Ministério Público suspeita que Cassino onde Gabigol foi flagrado esteja envolvido em movimento de dinheiro

19/3/2021 16:00

Ministério Público suspeita que Cassino onde Gabigol foi flagrado esteja envolvido em movimento de dinheiro

Ministério Público suspeita que Cassino onde Gabigol foi flagrado esteja envolvido em movimento de dinheiro
Para a promotora Regiane Vinche Zampar Guimarães Pereira, o cassino clandestino no qual Gabigol se encontrava no último dia 14 usava o restaurante do local para disfarçar sua movimentação financeira ilegal.



Em entrevista ao "Fantástico" o atacante do Flamengo afirmou não saber que havia jogatina no recinto e que estava lá apenas para jantar com amigos.


A suspeita da promotora é baseada no fato de terem sido encontrados pela polícia R$ 2.300 em dinheiro no local. O valor é considerado por ela pequeno para uma casa de jogos ilegais na qual estavam cerca de 150 pessoas. Foram encontradas 14 máquinas de cartões.


A representante do Ministério Público requereu que a polícia instaure inquérito para apurar se há delitos de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha cometidos por parte dos responsáveis pelo cassino.


Ela justifica o pedido afirmando que "a estrutura do local, consistente em diversas mesas de carteado e roletas, a quantidade de máquinas de cartão de crédito e a pouca quantidade de dinheiro (cerca de dois mil reais) apreendidos, dentre outros elementos, evidenciam organização estável e que o numerário auferido no jogo estava sendo contabilizado de forma dissimulada como proveniente do restaurante existente no local".


A promotora sugere medidas como a quebra de sigilo bancário na empresa sediada no local e "elucidação da movimentação financeira realizada por intermédio dos cartões de crédito dos frequentadores no dia dos fatos".


A mesma promotora relaciona Gabigol e outras vinte pessoas à prática de crime previsto no artigo 268 do código penal. Trata-se de "infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. Nesse caso, houve desrespeito às medidas vigentes na cidade e no estado de São Paulo para combater a pandemia de covid-19. A pena prevista é de um mês a um ano, de detenção, além de multa.


A integrante do MP propôs para 21 pessoas transação penal mediante pagamentos com valores que variam conforme a condição financeira de cada um.


A quantia proposta para Gabigol é a mais alta. São cem salários mínimos a serem pagos ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente.


"Em face da prática de crime contra a saúde pública, foi ofertada a proposta de transação penal. Caso ele (Gabigol) não aceite pagar, será processado. Quanto à contravenção de jogo de azar, terá diligências para apuração", disse a promotora, explicando a situação do atacante.



Em relação ao MC Gui, que também estava no cassino, a promotora solicitou mais informações.

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2429 visitas - Fonte: Uol Esportes


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Marcos Abílio     

Será que o MP chegou a essa conclusão sozinho ou teve que acionar a NASA, uma casa de jogo ilegal, que declara IR, paga INSS, e ainda faz caridade... PELO AMOR DE DEUS NÉ...

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