7/10/2013 21:44

Clubes adiam boicote após SP dizer que analisará queixas de assédio

Clubes adiam boicote após SP dizer que analisará queixas de assédio

O grupo de equipes que ameaça boicotar a próxima edição da Copa São Paulo de Futebol Juniores deu um prazo para que o São Paulo responda as acusações de aliciamento de atletas das categorias de base. Em reunião na sede da FPF (Federação Paulista de Futebol), na noite desta segunda-feira, os dirigentes de Corinthians, Atlético-MG, Vitória, Fluminense, e Ponte Preta ouviram que o Tricolor estudará as queixas de que negocia diretamente com os jovens, em especial sobre a contratação do goleiro Lucão, que era da Ponte Preta.

O encontro durou quase duas horas e contou com a presença do advogado do São Paulo, Carlos Eduardo Ambiel, além do presidente da FPF, Marco Polo Del Nero. Os representantes das equipes insatisfeitas reiteraram a intenção de não participarem da 'Copinha' se a negociação do goleiro de 15 anos, desconvocado da seleção brasileira sub 17 por conta do imbróglio, não for revista. Porém, uma data para a resposta não foi estipulada pelas partes.

"A gente colocou as reivindicações e o representante do São Paulo prometeu levar a questão à presidência, disse que as queixas serão discutidas, mas que não poderia tomar nenhuma atitude imediata. Vamos aguardar a resposta para decidirmos os próximos passos. O fato de termos sido ouvidos é positivo, mas vamos esperar para saber que caminho eles [São Paulo] seguirão", disse o coordenador das categorias de base do Fluminense, Fernando Simone.

Mais cedo, em reunião no Rio de Janeiro, o gerente de futebol René Simões, criticou a condução do São Paulo nos casos envolvendo jovens sem contrato profissional. Ele argumentou que as queixas de aliciamento são sempre direcionadas ao time paulista, onde trabalhou por nove meses como coordenador das categorias de base em 2012.

"Não é nada contra a instituição São Paulo, mas contra algumas atitudes desta diretoria. O São Paulo argumenta que está sendo procurado e que outros times devem salários. Se é assim, por que eles só pegam os jogadores de seleção brasileira e não todos?", questionou Simões.

Quando Ney Franco, que atualmente é técnico do Vitória, trabalhava nas categorias de base da seleção brasileira, dirigentes fizeram um encontro para discutir o trabalho de formação no país e alinhavaram um acordo de cavalheiros para interromper práticas como o aliciamento. O acordo de cavalheiros teve aval da CBF, que se comprometeu a cortar das seleções de base os jogadores envolvidos em imbróglios similares. Foi o que aconteceu agora com o goleiro Lucão.

1830 visitas - Fonte: UOL


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