O corpo do jornalista e ex-treinador do Flamengo Washington Rodrigues, o Apolinho, está sendo velado na tarde desta quinta-feira na entrada principal da sede do clube, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. A cerimônia é aberta ao público. Além de familiares, amigos e fãs, ex-jogadores como Bebeto e Zé Mario também comparecem à despedida de Apolinho que morreu durante a partida entre Flamengo e Bolívar, na última quarta-feira, pela Libertadores, aos 87 anos. Emocionado, o atacante do Tetra não quis dar entrevista. Além de consagrado jornalista que marcou gerações com seus comentários nas rádios Globo e Tupi, Washington era um apaixonado pelo Rubro-Negro.
O vice-presidente rubro-negro Rodrigo Dunshee de Abranches e o mandatário do clube, Rodolfo Landim, que colocou uma coroa de flores em homenagem ao ícone do rádio, estiveram no local para homenagear Apolinho. Presidente responsável por contratar o radialista como treinador do Flamengo, Kléber Leite foi ao local prestar a última homenagem ao amigo. Colegas de profissão, como o jornalista Roberto Assaf, também se fizeram presentes à despedida de Washington Rodrigues.
Criador de diversos bordões com uma linguagem popular que conquistou ouvintes no rádio carioca ao longo de décadas, o comentarista Washington Rodrigues fez dupla marcante com o narrador José Carlos Araújo, o Garotinho, na Rádio Globo. Ele também ficou marcado por uma "previsão" feita durante a transmissão da Super Rádio Tupi da final do Campeonato Carioca de 2001, em 27 de maio daquele ano.
Antes de Petkovic cobrar a falta e marcar o golaço que garantiu o tricampeonato do Flamengo sobre o Vasco, Apolinho afirmou: - E acaba de chegar São Judas Tadeu. A aventura no comando do Flamengo é a passagem mais marcante de Washington Rodrigues longe do jornalismo.




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