O Flamengo está próximo de concretizar um passo importante para materializar o projeto do seu próprio estádio. A possível compra de uma área na zona portuária do Rio de Janeiro está no radar do clube, com duas opções: a Caixa aceitar negociar o local ou a Prefeitura fazer a desapropriação. O objetivo é ampliar a área adquirida para incluir a construção de um estacionamento, totalizando 104 mil metros quadrados na área do Gasômetro.
Após reunião, a Caixa se comprometeu a apresentar o valor final do terreno nesta sexta-feira. O clube acredita que obterá um preço justo para dar início às negociações de compra, que devem se estender pelos próximos meses. O apoio da Prefeitura do Rio, que defende o projeto rubro-negro para potencializar a região, é um ponto favorável nas negociações. O prefeito Eduardo Paes afirmou que desapropriará a área se os valores pedidos ao clube não forem reduzidos.
Além disso, o Flamengo considera a possibilidade de utilizar o potencial construtivo da Gávea como uma alternativa para reduzir os custos da compra do terreno. O objetivo é viabilizar a construção da arena sem comprometer o investimento no futebol. O presidente do clube, Rodolfo Landim, mencionou a implementação de uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF) como um modelo a ser seguido, com base no exemplo do Bayern de Munique.
Em relação ao terreno de 87 mil metros quadrados, um laudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) avaliou o valor em R$ 240,5 milhões. No entanto, a Caixa estima que o terreno vale aproximadamente R$ 400 milhões devido à valorização na região da zona portuária. As negociações seguem em andamento, com a expectativa de que o projeto do estádio próprio do Flamengo se concretize nos próximos meses.




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