Após tomar conhecimento da cartilha de etiqueta profissional adotada pelo consórcio formado por Flamengo e Fluminense para funcionários que trabalhem nas dependências do Maracanã, o Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ), por meio da procuradora Fernanda Barbosa Diniz, emitiu notificação recomendatória (veja no fim da matéria) ao mesmo para que a dupla se abstenha de impor padrões estéticos de apresentação pessoal aos trabalhadores. O manual, que tem origem nos documentos que fizeram a Odebrecht ganhar o processo licitatório para controlar o Maracanã em 2013, veta o uso de tatuagens e piercings visíveis, exige uso de desodorante e, embora admita perfumes, pede moderação na essência escolhida pelo colaborador. Há exigências bem específicas em relação a tamanho, alinhamento de barba, que sempre tem de estar feita, e cabelo e higiene das unhas. Na recomendação emitida na quinta-feira, dia 13, o MPT também pede que o consórcio forneça aos trabalhadores todos os itens necessários para um desempenho seguro do trabalho, inclusive calçados antiderrapantes. O ge entrou em contato com a administração do Maracanã, mas a mesma informou que não se posicionaria a respeito.





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