Quando o time B do Flamengo enfrentou o Nova Iguaçu no Campeonato Carioca do ano passado, Carlinhos vestia a camisa Laranja e fez o gol do empate em 1 a 1 no Almeidão, em João Pessoa. Naquela altura, era o segundo do centroavante, que marcou oito vezes em 13 jogos e terminou como vice-artilheiro (só atrás dos 11 de Pedro) e vice-campeão estadual (só atrás do Rubro-Negro). Revelado pelo Corinthians, o jogador de 1,95m não se firmou no Timão e passou a rodar por clubes de menor expressão.
Mas seu desempenho pelo Nova Iguaçu fez ele ganhar uma segunda chance em um time de ponta. Porém, até hoje ele não conseguiu repetir o sucesso no Flamengo e tem sido contestado pela torcida. Em nove meses no clube, Carlinhos soma apenas 18 jogos e três gols com a camisa rubro-negra: um na vitória por 4 a 2 sobre o Atlético-MG na Arena MRV e outro no triunfo de 2 a 1 em cima do Vitória no Barradão, ambos no ano passado; e o terceiro na derrota por 2 a 1 para o Boavista no Batistão, na semana passada.
O centroavante viveu o seu melhor momento sob o comando de Tite e chegou a ser considerado o reserva imediato da posição, à frente de Gabigol. No entanto, sofreu com problemas físicos e viu sua minutagem ir diminuindo pouco a pouco. Com a saída de Tite e a efetivação de Filipe Luís, Carlinhos não jogou mais.
Enquanto espera Pedro se recuperar de uma grave lesão, o Flamengo contratou um novo centroavante para 2025 (Juninho, ex-Qarabag, do Azerbaijão) , e Carlinhos tem nesses primeiros jogos do Carioca uma espécie de laboratório para provar que ainda pode fazer parte dos planos da comissão técnica. Porém, o jogador tem sido contestado pelos rubro-negros por suas atuações. Neste domingo, Carlinhos reencontra o Nova Iguaçu às 21h (de Brasília) no Castelão de São Luís, tentando fazer valer a "Lei do Ex" e ter uma atuação convincente para espantar as críticas.




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