0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no No aquecimento, um passe que parecia trivial deu um certo susto. A mesma espetada de dor que tinha incomodado na véspera — durante o bobinho — reapareceu no gramado do Mangueirão. Gerson fez careta. Bateu com punho fechado na parte lateral das duas pernas. Mas a que perturbava era a direita. Capitão do Flamengo, ele é peça crucial na engrenagem montada por Filipe Luís. Mas mesmo com a dor, conseguiu ser titular e, depois da vitória sobre o Botafogo, levantar a taça de campeão.
Alonga dali, alonga de lá. O caminho para o vestiário antes do apito inicial gerou interrogações. Havia pouco tempo para ajustar o uniforme, colocar a braçadeira e perfilar com a flâmula na mão, puxando a fila dos jogadores do Flamengo.
O departamento médico do Flamengo já estava ciente do desconforto. Precisava de algo que fizesse Gerson esquecer um pouco. O jeito foi aplicar uma injeção. "Falei que eu ia no meu limite. Graças a Deus consegui ir até o final", disse o jogador ao Sportv. O gramado ficou pesado pelo temporal que caiu quando os jogadores se preparavam para entrar em campo. Mas Gerson aguentou até o fim. Ficou os 90 minutos em campo e, embora tenha brilhado menos na comparação com Bruno Henrique, autor de dois gols, e Luiz Araújo, que fez o terceiro, não pode ser minimizado nesse time.
Relacionadas Supercopa 2025: veja quanto o campeão Flamengo e o vice Botafogo recebem Flamengo vence Botafogo com show de Bruno Henrique e conquista a Supercopa Arrascaeta e BH passam Zico, Júnior e Gabi como maiores vencedores do Fla O momento físico de Gerson, apesar do susto, faz parte de um contexto no qual o Flamengo tem se dado bem. Os jogadores e a comissão técnica estão satisfeitos com a pré-temporada.




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