Craque, o Flamengo faz em casa? O Flamengo é conhecido no futebol brasileiro há muito tempo por ser uma das equipes que mais revela talentos para o profissional. Desde os tempos de Zico, passando por Marcelinho e chegando até Vini Júnior. Apesar do lema “Craque, o Flamengo faz em casa”, o aproveitamento das joias muitas vezes não acontece da forma que o torcedor imaginava. Nomes recentes como Natan, Rodrigo Muniz e Matheus França não desabrocharam com o Manto Sagrado como se esperava. Posto isso, com a chegada de José Boto para o comando de futebol do clube, o Rubro-Negro já começou a pensar em estratégias para ser dono da melhor base do país. A ideia do português é revolucionar a categoria: “ Existe um plano de reestruturação da base, de pensar mais o perfil do jogador do que o resultado na base . Para mim o resultado na base é o que o Benfica fez, que começou a colocar a base no time principal e passou a vender todos por cifras enormes ”, iniciou em entrevista à ESPN.
Além de se espelhar no Benfica (POR), José Boto deixou claro a intenção é aumentar a captação de jovens no estado do Rio de Janeiro. Isto é, poderia ultrapassar todos os rivais na procura de joias: Wesley talvez seja a última grande revelação do Fla.
“ Há um plano para isso, para sermos mais ativos, especialmente aqui na zona do Rio de Janeiro, de tentar captar os melhores jogadores do Rio. E depois um plano de termos talentos detectados de forma precoce, como fazíamos no Shakhtar Donetsk ”, finalizou o português.
Com todo esse planejamento citado acima, a tendência é que a gestão de BAP tenha mais gastos com as categorias de base, justamente pela vasta experiência de Boto na administração interna. Vale mencionar que o português foi chefe do departamento de scout dos Encarnados durante oito anos. Logo depois, assumiu o cargo de diretor esportivo do Shakhtar Donetsk (UCR), onde permaneceu por três temporadas.




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