O futebol brasileiro continua a mostrar seu dinamismo não apenas em campo, mas também em termos financeiros, como revela o ranking de premiações de 2025. O Flamengo destaca-se como o clube que mais arrecadou, acumulando R$ 375.744.130,00, impulsionado principalmente pela sua participação na Libertadores, que trouxe R$ 183,33 milhões, correspondendo a 48,79% de sua receita total. O clube carioca superou o Fluminense, que liderava o ranking anteriormente, devido ao vice-campeonato na Copa Intercontinental, que rendeu R$ 22,06 milhões.
O Fluminense, agora na segunda posição, arrecadou R$ 374.234.823,00, somando os ganhos provenientes de diversas competições, incluindo a Copa do Mundo de Clubes e a Copa do Brasil. A diferença entre os dois rivais é de apenas R$ 1,51 milhão, o que demonstra a acirrada disputa por liderança nas premiações do futebol nacional.
O Corinthians, após conquistar a Copa do Brasil, saltou para o quinto lugar no ranking, acumulando R$ 115.091.092,00, sendo R$ 97,79 milhões somente pela vitória na competição. Já o Vasco, em um salto impressionante, passou da décima para a sexta colocação com R$ 66.099.602,00, de R$ 57,11 milhões vindos da mesma Copa do Brasil.
Notavelmente, os quatro primeiros colocados são as equipes que participaram da Copa do Mundo de Clubes. Este incremento nas receitas é um indicativo claro de um crescimento sustentável dentro da indústria do futebol, com 146 clubes sendo premiados ao longo do ano. O foco em uma gestão financeira eficiente é vital, e clubes como Flamengo e Palmeiras são exemplos que outros devem seguir para potencializar seus resultados, não apenas em campo, mas também fora dele.
Enquanto o Fluminense detém a maior premiação, no oposto do ranking está o Baré, que recebeu apenas R$ 15 mil pela sua participação no Campeonato Roraimense. Isso mostra a imensa variação nas premiações entre os clubes de elite e aqueles em divisões inferiores.
A comparação com anos anteriores também é reveladora. Em 2024, por exemplo, o Botafogo foi o líder da premiação, arrecadando mais de R$ 200 milhões, enquanto que em 2025, os montantes para os clubes estão ainda mais elevados, refletindo uma valorização crescente das competições e, consequentemente, das remunerações.




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