O sucesso do Flamengo em 2025 não se limitou aos quatro títulos conquistados no gramado. Nos escritórios, a diretoria rubro-negra deu uma aula de gestão ao pulverizar a meta financeira estabelecida no início do ano. Enquanto o orçamento previa arrecadar R$ 228 milhões com a saída de atletas, o clube fechou o balanço com impressionantes R$ 545,6 milhões em vendas.
Essa "explosão" financeira foi sustentada por negociações estratégicas com o mercado europeu e árabe. O planejamento de Filipe Luís foi beneficiado por uma diretoria que cumpriu a meta de "vender mais do que comprar", garantindo fôlego para manter o clube como a maior potência econômica do continente.
O Raio-X das Negociações: De Gerson a Juninho
A balança comercial do Flamengo em 2025 foi impulsionada por vendas de alto impacto e a valorização de ativos que renderam lucros pesados.
Principais saídas e valores (em R$):
Gerson (Zenit) e Wesley (Roma): As maiores joias da temporada, rendendo R$ 160,6 milhões cada.
Alcaraz (Everton): O meia retornou à Premier League em uma operação de R$ 96 milhões.
Matheus Gonçalves (Al-Ahli): O jovem talento rendeu R$ 50,5 milhões aos cofres rubro-negros.
Fabrício Bruno (Cruzeiro): Negociado por R$ 44 milhões.
Juninho (Pumas): Venda parcelada de R$ 32,3 milhões que já impacta o planejamento de 2026.
Investimento em Reforços: Apesar da postura vendedora, o Flamengo não deixou de investir. Foram R$ 355,8 milhões aplicados em sete contratações. O destaque absoluto foi Samuel Lino, ex-Atlético de Madrid, que custou R$ 143 milhões (incluindo bônus), tornando-se a peça-chave no esquema tático que garantiu a hegemonia nacional e continental.
Com a obrigação de compra do jovem Lorran pelo Pisa (Itália) já engatilhada para junho de 2026 por mais R$ 26 milhões, o Flamengo entra no novo ano com uma saúde financeira inigualável, pronto para seguir agressivo no mercado e dominante nas competições.
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