A renovação de :contentReference[oaicite:0]{index=0} com o :contentReference[oaicite:1]{index=1} se transformou em uma verdadeira novela nos bastidores da Gávea. No centro da negociação está Luiz Eduardo Baptista, o Bap, que assumiu o controle das conversas e acabou adiando um acerto que, até pouco tempo atrás, parecia próximo. A postura reacendeu memórias de episódios anteriores e aumentou a tensão interna em um momento delicado do clube.
Essa não é a primeira vez que Bap se envolve em negociações complexas envolvendo renovações. Em 2020, o dirigente teve papel decisivo no impasse contratual do goleiro :contentReference[oaicite:2]{index=2}. À época, o jogador, ídolo rubro-negro e com vínculo perto do fim, tinha um acordo alinhado com :contentReference[oaicite:3]{index=3} para renovar por dois anos, com reajuste salarial. Bap, então vice-presidente de relações externas, pressionou para reduzir o contrato para apenas um ano, alegando razões financeiras.
A decisão causou desgaste significativo no ambiente interno, já que Braz havia se comprometido com termos mais favoráveis ao atleta. Mesmo assim, Diego Alves acabou aceitando a renovação de apenas um ano, muito em função da relação pessoal com Braz. O episódio abalou ainda mais a imagem de Bap junto ao elenco, que já demonstrava resistência à sua atuação nos bastidores.
O clima ficou ainda mais evidente após a conquista da Supercopa do Brasil, quando Diego Alves foi decisivo nas penalidades contra o Palmeiras. Na ocasião, a recepção fria do goleiro ao cumprimento de Bap, que o elogiou pela permanência no clube, escancarou o distanciamento e o desgaste nas relações internas.
Além desse episódio, Bap também teve influência direta na saída do lateral-direito :contentReference[oaicite:4]{index=4}, que deixou o Flamengo em 2020 rumo ao Olympiacos. Quando o jogador tentou retornar ao clube um ano depois, a negociação foi barrada novamente por Bap, sob o mesmo argumento financeiro, vencendo mais um embate interno com Marcos Braz.
Com a recusa ao retorno de Rafinha, o dirigente acabou inviabilizando a retomada de uma das parcerias mais vitoriosas do Flamengo, que incluía também Filipe Luís e Diego Ribas. Agora, no cenário atual, Filipe Luís se vê novamente no meio desse jogo de forças, com sua renovação atravessada por disputas políticas e pela linha dura adotada por Bap, prolongando a indefinição e alimentando a tensão entre diretoria, elenco e torcida.




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