Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo, compartilhava suas aspirações para o clube ao afirmar: “Temos que olhar o top 10 global. Se der errado, o Flamengo fica lá no top 15.” Esta declaração destaca os desafios que o clube carioca enfrentará nos próximos quatro anos, com um objetivo claro de se posicionar entre os 15 clubes que mais faturam no mundo do futebol.
O Flamengo, que alcançou um faturamento histórico de R$ 2,071 bilhões em 2025, está em busca de uma receita mais sustentável e recorrente, que não inclua a venda de jogadores. Nesse contexto, a equipe obteve uma receita recorrente de R$ 1,47 bilhão, equivalente a aproximadamente 226 milhões de euros. Esse desempenho coloca o Flamengo na 25ª posição entre os principais clubes do mundo, superando, por exemplo, o Benfica, que arrecadou 224 milhões de euros em 2024 e ocupa a 26ª posição.
Para atingir a meta de Bap e entrar no seleto grupo dos 15 clubes mais bem-sucedidos, o Flamengo precisa aumentar suas receitas em 146 milhões de euros, o que corresponde a cerca de R$ 950 milhões. Essa é uma tarefa monumental, considerando que essa quantia representa impressionantes 64% do último faturamento do clube.
Segundo o orçamento projetado pelo Flamengo para 2026, estimando conservadoramente um faturamento total de R$ 1,6 bilhão e uma meta de arrecadação com vendas de R$ 256 milhões, o montante de receita recorrente ficaria em R$ 1,3 bilhão. Portanto, essa quantia ainda estaria muito distante dos 371 milhões de euros (ou R$ 2,4 bilhões) arrecadados pelo Newcastle, que ocupa a 15ª posição na lista global.




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