A torcida do Flamengo está em polvorosa esta semana, aguardando ansiosamente a possível volta de Lucas Paquetá. De acordo com as informações divulgadas pelo Bolavip Brasil, o Rubro-Negro já teria obtido o aval do jogador, mas enfrenta dificuldades nas negociações com o West Ham, que está sendo rígido na transação. Mesmo sem a confirmação do reforço, a expectativa entre os torcedores cresce a cada dia.
A chegada de Paquetá não só traria a volta de um ex-jogador revelado na Gávea, mas também resultaria em um impacto significativo no meio de campo da equipe, comandada por Filipe Luís. Analisando as estatísticas do atleta, a presença de Paquetá poderia aumentar a expectativa de gols em quase 50% por jogo, um fator que certamente animaria a Nação.
Com o jogador em baixa na Inglaterra, a volta ao Rio de Janeiro se faz cada vez mais importante para restaurar sua confiança, que foi abalada por suspeitas de manipulação em apostas esportivas. Apesar de ter sido considerado inocente na decisão final da FA, o meio-campista tem enfrentado dificuldades nas últimas temporadas.
Se analisarmos as características de Lucas Paquetá e seu histórico, fica claro que sua contratação poderia ter um efeito “avassalador” no Flamengo. Ele tem a habilidade de controlar o ritmo do jogo mesmo sob pressão, algo que foi aprimorado durante seus anos na Premier League, onde chamou a atenção de Guardiola no Manchester City. Enquanto a média de passes progressivos de um meio-campista de elite no Brasil é de cerca de quatro por partida, Paquetá se destaca com uma média de sete, quebrando linhas adversárias e aumentando o volume de jogo em quase 80% em comparação ao padrão brasileiro atual.
Uma parceria entre Paquetá, Arrascaeta e Jorginho poderia ser imediata e transformadora. Jorginho, atuando na proteção à defesa, proporciona uma precisão de passe superior a 95%, permitindo uma saída de bola limpa e eficaz. Isso, por sua vez, liberaria Paquetá e Arrascaeta, assegurando mais infiltrações e um vigor físico renovado.
Além disso, com base nos dados mais recentes, uma dupla entre Paquetá e Arrascaeta poderia potencializar o volume de assistências em quase 70%, em comparação a qualquer outra formação do elenco rubro-negro. A diferença técnica em relação aos adversários se tornaria quase humilhante, com o Flamengo contando com três jogadores capazes de abrir espaços, ditar o ritmo e aumentar a eficácia da “Pressão-Perde”, tão defendida por Filipe Luís. Essa combinação transformaria o meio de campo da equipe em uma verdadeira engrenagem de intensidade europeia.




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