O Flamengo está em tratativas avançadas com o West Ham para garantir a volta do meia Lucas Paquetá ao futebol brasileiro. Recentemente, o jogador expressou seu desejo de retornar ao clube carioca e já estabeleceu um acordo sobre os termos pessoais com a equipe. O comentarista Fernando Campos, da CazéTV, destacou a importância dessa possível transferência e os efeitos que ela pode trazer para o Flamengo.
No cenário atual, o West Ham enfrenta dificuldades na Premier League, o que pode influenciar na decisão de Paquetá. Fontes próximas à negociação indicam que o atleta tem demonstrado um forte desejo de retornar ao Brasil e de atuar novamente pelo Flamengo. Recentemente, ele não pôde participar das partidas contra o Wolverhampton e o Queens Park Rangers devido a uma lesão nas costas. Apesar de ter jogado contra o Nottingham Forest no dia 6 de janeiro, voltou a sentir desconforto e se ausentou dos treinamentos subsequentes.
Enquanto isso, a equipe londrina conseguiu uma vitória no clássico contra o Tottenham, mas ainda não contou com o talento de Paquetá. Fernando Campos, durante a transmissão na CazéTV, fez observações contundentes sobre o potencial do jogador, não compreendendo como alguns o consideram apenas um atleta comum. Para ele, Paquetá possui uma habilidade técnica extraordinária e um estilo de jogo que se alinha perfeitamente ao que o treinador Filipe Luís busca, destacando-se também pela intensidade na pressão sobre os adversários.
A possível transferência de Lucas Paquetá para o Flamengo não apenas significaria um reforço significativo para o clube, mas também um importante alívio financeiro para o West Ham, que deve se adequar às rígidas diretrizes de Profit and Sustainability Rules (PSR) da Premier League. Para cumprir essas normas, os clubes ingleses apresentaram suas contas financeiras auditadas até 31 de dezembro, e a expectativa é de que os veredictos sejam divulgados em breve.
Os clubes da Premier League têm a permissão de registrar prejuízos de até 105 milhões de libras (aproximadamente R$ 756 milhões) em um intervalo de três temporadas, seguindo regulamentos que buscam garantir a saúde financeira do futebol britânico. O especialista em finanças do futebol, Rob Wilson, observou que, embora este ano não deva trazer grandes penalidades para as equipes, as punições recentes a clubes como Everton e Nottingham Forest influenciam o comportamento do mercado, fazendo com que os times se tornem mais cautelosos em suas movimentações financeiras.




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