O Flamengo está intensificando as negociações para trazer de volta Lucas Paquetá, um desejo que pode se concretizar na primeira janela de transferências de 2026. O retorno do jogador ao Rubro-Negro é considerado uma das grandes aquisições esperadas para este período, especialmente após a sua saída para o futebol europeu.
Após uma proposta inicial rejeitada pelo West Ham, o Flamengo está preparando uma nova oferta para viabilizar o retorno de Paquetá. O jogador brasileiro já manifestou seu desejo de voltar ao clube, demonstrando comprometimento ao aceitar uma redução significativa em seu salário, que deve ser cerca de 40% inferior ao que recebe atualmente na Premier League.
De acordo com informações do portal Coluna do Fla, Paquetá está disposto a se adaptar financeiramente para que sua volta ao Flamengo se concretize. Se a negociação avançar, seu novo contrato deve girar em torno de R$ 2 milhões, comparado aos R$ 5 milhões que recebia no West Ham, considerando as flutuações da moeda desde a publicação de estimativas anteriores.
No que diz respeito à proposta do West Ham, a posição do clube inglês é de firmeza, tendo colocado em discussão uma quantia de 45 milhões de euros, que o Flamengo julga exorbitante. A estratégia rubro-negra é clara: busca negociar um valor mais viável, sendo a meta de 37 milhões de euros garantidos, além de 5 milhões condicionados a bônus, o que poderia elevar o total para até 42 milhões, dependendo do desempenho do jogador no futuro.
As negociações entre os clubes ainda não chegaram a um consenso, com ambas as partes exercendo pressão. Paquetá, por outro lado, parece já não estar mentalmente no West Ham. Ele está fora dos jogos e dos treinos, vivenciando um momento de claro desligamento, enquanto o clube tenta administrar a situação com sua habitual retórica.
No entanto, a expectativa é de que essa situação se resolva em breve, pois Paquetá só retornará aos campos quando tiver certeza de seu futuro. O Flamengo, por sua vez, também está de olho em outras opções, como Thiago Almada, enquanto monitora o fechamento da janela europeia para definir sua estratégia.




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