Apesar dos títulos recentes nas divisões inferiores, incluindo conquistas continentais e mundiais no sub-20, a diretoria avalia que o impacto no time principal foi baixo. Desde a saída de Vinícius Júnior em 2018, poucos atletas se firmaram com protagonismo semelhante, sendo João Gomes citado como uma das raras exceções.
O diagnóstico levou a uma reestruturação profunda. O clube reduziu o número de atletas inscritos para concentrar recursos em jovens com maior potencial de desenvolvimento. A nova política prioriza a captação de jogadores entre 15 e 17 anos, faixa considerada de menor custo e com maior chance de retorno.
No início da temporada, o sub-20 chegou a representar o Flamengo nos primeiros jogos do Campeonato Carioca, reforçando a ideia de integração. Com o retorno antecipado do elenco principal, a estratégia foi ajustada.
A reformulação também atingiu a estrutura administrativa. José Boto deixou a atuação direta na base para que Alfredo Almeida assumisse o comando, em movimento que busca alinhar o clube a modelos europeus de formação.
Internamente, a diretoria admite que títulos podem deixar de ser prioridade em 2026 e 2027. O sucesso da base será medido pela capacidade de revelar jogadores capazes de sustentar o futuro esportivo e financeiro do Flamengo.
1078 visitas - Fonte: Torcida Flamengo
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