O projeto do novo estádio do Flamengo segue ganhando força e já movimenta a torcida rubro-negra e o mercado imobiliário do Rio de Janeiro. Planejada para a região do Gasômetro, na zona portuária da cidade, a futura arena foi concebida para receber cerca de 80 mil torcedores.
A proposta aposta em um modelo verticalizado, inspirado em estádios europeus conhecidos pelo forte impacto acústico. A ideia é aproximar as arquibancadas do gramado, criando o chamado efeito de “parede de som” e tornando a pressão da torcida ainda mais intensa nos jogos decisivos.
Com previsão de aproximadamente 60 metros de altura, o projeto também prioriza soluções acústicas e estruturais para potencializar o ambiente dentro do estádio. O objetivo é transformar a arena em um verdadeiro caldeirão, dificultando a vida dos adversários.
O terreno escolhido fica próximo ao Terminal Intermodal Gentileza, com acesso facilitado por VLT e pela Rodoviária Novo Rio. A localização é considerada estratégica por reunir mobilidade urbana e potencial de revitalização da região portuária.
A expectativa é que a construção do estádio impulsione a requalificação urbana da área, beneficiando bairros como Gamboa e São Cristóvão. Entre os impactos previstos estão a geração de empregos, valorização imobiliária e ocupação de áreas hoje subutilizadas.
Em termos de capacidade, o novo estádio do Flamengo se colocaria entre as grandes arenas do mundo. O Maracanã comporta pouco mais de 78 mil torcedores, enquanto estádios modernos na Europa ultrapassam a marca dos 80 mil lugares.
O cronograma prevê o início das obras após a conclusão dos licenciamentos necessários, com inauguração estimada para 2028. Além dos jogos, a arena deve funcionar durante toda a semana, com museu, lojas oficiais e espaços gastronômicos.
A ideia é que o estádio se transforme não apenas na casa do Flamengo, mas também em um novo polo turístico e esportivo da capital fluminense, consolidando um antigo sonho da torcida rubro-negra.




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