O Flamengo de 2026 viu sua organização tática ser testada ao limite logo no início da segunda etapa. Aos 8 minutos, em uma dividida entre Evertton Araújo e Breno Bidon, o volante rubro-negro atingiu o adversário após tocar na bola. Para PC Oliveira, o lance foi interpretado de forma equivocada pela equipe de arbitragem. Segundo o especialista, a entrada foi "temerária", o que justificaria apenas o cartão amarelo, e não a expulsão direta, mesmo após a revisão minuciosa no VAR.
Pênalti Não Marcado e o Clima Tenso
A arbitragem voltou a ser protagonista aos 24 minutos, desta vez com uma reclamação do lado alvinegro:
Contato na Área: O volante André caiu após disputa com Ayrton Lucas. Em campo, o árbitro mandou seguir, e o VAR não sugeriu a revisão.
Análise de PC: Para o ex-árbitro, houve falta de Ayrton Lucas, o que deveria resultar em penalidade máxima para o Corinthians.
Leitura de Jogo: A sucessão de erros apontados por PC Oliveira mostra que o clássico careceu de uma condução mais equilibrada, interferindo diretamente na intensidade e no resultado final da partida.
Repercussão no Ninho do Urubu
Apesar de segurar o empate com um jogador a menos, a diretoria do Flamengo e o técnico Leonardo Jardim demonstraram insatisfação com a "mão pesada" de Rodrigo José Pereira de Lima. A expulsão de Evertton Araújo obrigou o time a abdicar do ataque, transformando o que poderia ser uma vitória em uma batalha defensiva épica até os acréscimos.
O Flamengo encerra este domingo com um ponto na bagagem, mas com a sensação de que o critério da arbitragem foi determinante para o roteiro em Itaquera. Agora, com a pausa da Data Fifa, o clube espera que a CBF avalie a atuação do trio de arbitragem para que a organização tática das equipes seja o único fator a decidir os jogos na retomada do Brasileirão 2026.
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