O Flamengo deixou a lanterna do Brasileirão ao derrotar o Sport por 1 a 0 no Maracanã. E coube ao meia Everton executar o drible que acabou eleito o mais bonito da 14ª rodada, ao dar um chapéu em Patric.
Terceiro colocado, o Corinthians também venceu no fim de semana. Bateu o Santos na estreia de Robinho na Vila Belmiro e bateu até no árbitro, em um lance no mínimo inusitado, raro: o meia Petros atropelou o juiz Raphael Claus, quase o derrubando.
Petros tromba com o juiz Raphael Claus (Foto: Reprodução)
Outro jogo de muito destaque na rodada foi o empate entre Fluminense e Coritiba, no sábado, no Maracanã. Dois lances dessa partida acabaram selecionados: primeiro a trapalhada do quarto árbitro no momento de anunciar a entrada de Geraldo em campo. Quem estava por perto ficou sem saber quem sairia do jogo, pois a placa de substituição tinha duas vezes o número 45 do atacante. Depois, Geraldo fez um cruzamento para a área do Fluminense, a defesa rebateu, e Germano acertou um chute certeiro, o golaço da rodada.

Aos 12 minutos do primeiro tempo de Flamengo x Sport, Everton deu uma mostra de que a presença de 42 mil torcedores no Maracanã estava contagiando os jogadores. Recebeu a bola na meia esquerda, e de chaleira deu um chapéu em Patric, que não teve nem como fazer falta. Na sequência, Everton deixou dois adversários para trás e passou para Paulinho fazer a finalização, por cima do gol. Ainda assim, o lance levantou o público no estádio.

Ninguém entendeu nada quando o meia Petros atropelou o árbitro Raphael Claus na Vila Belmiro. O lance chamou a atenção do comentarista de arbitragem da TV Globo Leonardo Gaciba, que deu a entender que o lance poderá acabar parando nos tribunais: "Não teve nada de involuntário. A ação do Petros no jogo não vai ter consequências, mas quem sabe depois".

Se tivesse sido um jogador do Atlético-MG que tivesse atropelado o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães, no Independência, muita gente iria especular que teria sido uma retaliação pelo pênalti não marcado em Luan depois de o atleticano ter sido claramente empurrado por Tobio, do Palmeiras. Mas não foi o caso. Ainda assim, é difícil entender como o juizão não viu a penalidade.

Parece até que o quarto árbitro Rodrigo Nunes de Sá estava fazendo uma homenagem antecipada a Geraldo ao anunciar sua entrada em campo. Colocou duas vezes seu número na placa para informar a sua entrada em campo no lugar de Dudu, contra o Fluminense, no Maracanã. Geraldo acabou fazendo o cruzamento que resultou no gol de empate do Coritiba.

O volante Germano, do Coritiba, foi muito feliz em sua finalização ao empatar a partida contra o Fluminense. Após a defesa rebater o cruzamento de Geraldo da esquerda, a bola chegou toda quadrada nos pés de Germano, que depois de dominar com certa dificuldade, acertou um chutaço cheio de curvas, indefensável para o goleiro Diego Cavalieri. Parabéns para ele, que ainda homenageou o filho na comemoração mais do que merecida.

Primeiros segundos de jogo contra o São Paulo, no Morumbi, e o Vitória teve uma chance real de abrir o marcador. Com um belo toque, colocou a bola na frente e tirou completamente a defesa da jogada. Caio ficou completamente livre na frente do goleiro Rogério Ceni, mas errou feio o gol ao fazer a conclusão. Só lhe restou mesmo levar as mãos à cabeça e lamentar muito. Ainda mais porque sua equipe acabou derrotada no Morumbi.

No fim das contas, o goleiro Danilo não conseguiu evitar a derrota da Chapecoense. Mas não foi por falta de empenho, como fica claro nesta intervenção após uma forte cabeçada de Marquinhos. Sem ter nem mesmo tempo para tomar impulso, o goleirão voou e conseguiu chegar com a mão direita na bola e colocá-la para escanteio, para delírio da torcida. Precisou de muito reflexo para evitar que a bola entrasse. Foi ou não foi uma defesaça?
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