Clubes decretam boicote ao Vasco na base e desconfiam até de 'facilitação' da CBF

8/4/2015 09:24

Clubes decretam boicote ao Vasco na base e desconfiam até de 'facilitação' da CBF

Clubes decretam boicote ao Vasco na base e desconfiam até de facilitação da CBF
Nascido em 24 de junho de 1999, o meia-atacante é motivo de discórdia entre os rivais

Não é mais ameaça: os clubes decidiram decretar boicote ao Vasco nas categorias de base. A diretoria cruzmaltina é acusada pelo Fluminense de aliciar o meia-atacante Paulo Vitor, de 15 anos, e de contar até mesmo com o apoio da CBF na ação. O time de São Januário corre agora o risco de ficar de fora da Copa Nike, competição sub-15 que começa no próximo dia 14 de abril.

Até o fim desta terça-feira, nove equipes haviam aderido ao movimento.

A partir de troca de e-mails, eles combinaram o envio de uma notificação em comum para a Nike, organizadora do torneio, de que não participarão em caso de presença do Vasco.

A confusão não se restringe apenas à Colina Sagrada.

Ela respinga também na CBF e na federação carioca.

No último dia 31 de março, mesmo com a denúncia de sumiço do atleta e sem o consentimento do Flu - que negou a liberação em e-mail -, a Ferj realizou a inscrição do jovem jogador pelo Vasco no BIRA, o seu boletim informativo de registros. A CBF cumpriu o mesmo procedimento em seu espaço, no BID, minutos depois.

Os dirigentes suspeitam de uma ação combinada com o Vasco como represália por todo o conflito que envolve atualmente o Fluminense e a entidade estadual no Carioca.

Mais do que isso: dizem que a CBF "rasgou" a sua própria Norma de Conduta Ética, anunciada em agosto do ano passado, ao encaminhar o nome de Paulo Vitor em seu sistema.

Segundo o documento, um atleta com contrato amador não pode concluir transferência sem a anuência de seu clube de origem. A sanção nesse caso é de suspensão por dois anos das competições de base.

Os clubes indagam como o Vasco conseguiu realizar a inscrição sem a liberação por parte do Fluminense.

O assessor especial da presidência tricolor, Marcelo Penha, está à frente das conversas.

O caso foi revelado pelo Globoesporte.com.

Em reunião realizada no mês passado, na sede do Palmeiras, em São Paulo, o coordenador de base do Vasco, Isaías Tinoco, foi cobrado pelos demais dirigentes a esclarecer o assunto, mas afirmou na ocasião desconhecer o paradeiro de Paulo Vitor. A direção cruzmaltina diz não respeitar o código de ética firmado ainda em sua gestão anterior.

O diretor de departamento de registros da CBF, Reynaldo Buzzoni, por sua vez, preferiu não se pronunciar a respeito do caso, em contato com o ESPN.com.br.

São Paulo e Atlético-PR foram outros que sofreram boicote na base em anos anteriores.

1038 visitas - Fonte: ESPN


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