Produtos falsificados relativos ao Fla são apreendidos na Uruguaiana

7/7/2015 21:10

Produtos falsificados relativos ao Fla são apreendidos na Uruguaiana

Operação da Polícia Civil começa nesta terça-feira, e escritório contratado pelo Rubro-Negro recolhe alto número de materiais falsificados no Centro do Rio

Produtos falsificados relativos ao Fla são apreendidos na Uruguaiana
Produtos falsificados relativos ao Flamengo apreendidos na Uruguaiana, no Centro do Rio (Foto: Reprodução)

Uma grande operação da Polícia Civil, batizada de Jerichó, teve início nesta terça-feira no mercado popular da Uruguaiana, no Centro do Rio de Janeiro. O objetivo é fiscalizar a venda de produtos piratas no local, que fica ocupado até sexta-feira por policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) - mandados de busca e apreensão foram expedidos pela 5ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça para a investigação de 1.100 boxes. Um escritório que trabalha para o Flamengo desde 2013 participou da ação, e muitos produtos não licenciados vinculados ao Rubro-Negro foram apreendidos.

- A gente vem combatendo pirataria de uma maneira forte desde 2013, e essa operação é uma das maiores em termos de volume. Não temos a quantificação do que foi apreendido de material referente ao Flamengo, mas foi muito grande - disse Bernardo Accioly, diretor jurídico do Fla.

Accioly agrega que essa fiscalização é feita pelo Flamengo desde a entrada da atual diretoria, em 2013. O trabalho não é restrito a camelódromos, mas também a porta de estádios e lojas. Esse monitoramento tem abrangência nacional.

A atuação do escritório contratado pelo Flamengo é feita da seguinte maneira: vai à loja que vende produto não licenciado ou nas que vendem produtos oficiais sem autorização, compra o produto e em seguida a autua com o intuito de que o infrator pague uma multa e se obrigue a não comercializar mais esse tipo de mercadoria falsificada.

A fiscalização é sem custos para o Flamengo, pois é feita uma partilha quase que equânime da receita gerada pelas multas. Em 2014, inclusive, parte do dinheiro oriundo dessas punições a quem comercializa pirataria permitiu ao clube comprar materiais novos de escritórios para a sala do departamento jurídico rubro-negro na Gávea.

1874 visitas - Fonte: Globoesporte


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