Atacante que virou ídolo no Vasco e no Palmeiras, além de passagens por clubes como Corinthians, Flamengo, Cruzeiro, Santos e Fluminense, não à toa Edmundo tinha o apelido nobre de "Animal". O ex-jogador parecia entrar pilhado em todos os jogos, brigando, discutindo, dando carrinho, quase suando sangue. E, claro, providenciando cenas lamentáveis.
O atacante, que viveu imbróglio para se desvincular do Grêmio e passou a temporada no Coritiba, já passou por gigantes do nosso futebol, como Cruzeiro, Palmeiras, São Paulo e, recentemente, o Vasco. Com histórico de confusões muito maior do que de gols, parece que a alcunha "gladiador" lhe cabe muito melhor do que "artilheiro". Deve brigar mais que o Donatello.
O brasileiro naturalizado português coleciona expulsões ao longo da carreira, muitas delas por conta de entradas desleais e até mesmo no primeiro tempo, como contra a Alemanha, pela primeira rodada da Copa do Mundo de 2014. Aliás, a campeã do mundo deve ter sido treinada por sete mestres Splinter's. Que calma para "bater" nos adversários.
Ex-goleiro de times como Santos, Atlético-MG, Vitória e Corinthians, Fábio Costa não cansou de arranjar confusão por onde passou. Seja durante os jogos (o que é incomum para um goleiro, posição isolada ou então fora dele com seus próprios colegas. Temperamento difícil para qualquer mestre da arte marcial.
O atacante do São Paulo nas últimas quatro temporadas só não tem mais cartões vermelhos do que gols na carreira porque é um artilheiro de mão cheia. Apesar de ter sido mais comedido em 2015 (nos dois quesitos), o camisa 9 tricolor volta e meia tem suas recaídas. Já chegou a ser expulso até depois do apito final. Complicado. Haja serenidade, mestre Splinter!
Que o atacante campeão da Copa do Brasil pelo Palmeiras tem qualidade com a bola no pé isso é inegável. Mas Dudu também tem um histórico farto de confusões dentro de campo. Num estilo similar ao de Edmundo nesse sentido, o jogador via de regra entra muito aceso nas partidas e muitas vezes exagera na dose. Como no dia em que foi expulso e acabou empurrando o árbitro da final do Campeonato Paulista.
Tido como um dos principais responsáveis pela eliminação do Brasil na Copa de 2010, realizada na África do Sul, Felipe Melo mostrou ali que seu temperamento não havia mudado desde o início turbulento de sua carreira no Flamengo. Com recursos técnicos de boa marcação, visão de jogo e qualidade no passe, o atleta da Inter de Milão, no entanto, perde a cabeça facilmente e coleciona confusões. Nem com 5 mestres lhe preparando no esgoto com a promessa de pizza depois do treino há jeito.2264 visitas - Fonte: 90min
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