Guerrero diz ter xingado a si próprio: Meu objetivo era fazer um gol

16/5/2016 17:58

Guerrero diz ter xingado a si próprio: Meu objetivo era fazer um gol

Atacante peruano admite que ficou insatisfeito com substituição no segundo tempo da vitória por 1 a 0 sobre o Sport, no último sábado, em Volta Redonda

Guerrero diz ter xingado a si próprio: Meu objetivo era fazer um gol
Guerrero concedeu entrevista nesta segunda (Foto:Gustavo Rotstein )

O atacante Guerrero mais uma vez passou em branco e não jogou bem no último sábado, na vitória por 1 a 0 sobre o Sport. Nesta segunda-feira, após o treino realizado no Ninho do Urubu, o peruano deu sua versão sobre ter batido boca com torcedores ao ser substituído por Ederson durante a estreia rubro-negra no Brasileiro. Afirmou não ter xingado quem o vaiou, mas, segundo ele, ofendeu a si próprio por não ter cumprido seu objetivo contra o adversário.

- Às vezes um jogador não sai satisfeito quando é substituído, e isso aconteceu comigo. Meu objetivo era fazer um gol pelo menos, mas não consegui e saí um pouco chateado de campo. Eu xinguei a minha própria pessoa por não ter atingido meu objetivo - afirmou o camisa 9, revelando irritação com a perguntas sobre os palavrões ditos quando foi substituído.

Apesar da má fase e do desconforto revelado com expressões durante as partidas, Guerrero assegura estar feliz no Flamengo por julgar que houve mudanças positivas dentro do clube. Disse ainda não se importar com as comparações entre a passagem pelo Corinthians e a atual.

- Não tenho como falar. O que sei é que estou me esforçando para dar certo. Vou tentar fazer gols quando tiver oportunidade. Enquanto isso vou ajudar os companheiros. Estou me sentindo feliz, este ano muitas coisas melhoraram aqui no Flamengo. Não me chateia (a comparação), porque chegar um novo clube é difícil. A adaptação às vezes demora um pouco. Estou adaptado ao Rio, levo uma vida tranquila, estou bem aqui e tudo vai caminhando (continua).

Confira outros tópicos da entrevista:

Sair para buscar as chances pode ser uma opção

Professor me pede para jogar como centroavante. Eu fico lá esperando uma boa chance de gol. Mas às vezes espero o que vai aconteceu e às vezes não é assim. Tenho que procurar meu jogo para criar mais chance de gol. Temos que buscar as chances de gol para fazer e também não sofrer.

"Não jogo sozinho"

Tento puxar no primeiro pau, mas as bolas às vezes chegam muito rápido. Foi assim no nosso gol sobre o Sport. Às vezes chega para mim e faço o gol, às vezes ela passa e tem alguém no segundo pau, como sábado. Eu não jogo sozinho.

Busca pelo título acima dos objetivos individuais

O mais importante é que o Flamengo ganhou. Penso como grupo, e nosso objetivo é ser campeão ou pelo menos uma vaga na Libertadores. Primeiro jogo está ganho, então jogo a jogo vamos pensar na vitória.

Contra-ataque dos adversários preocupa

A gente vinha controlando os jogos e levando os gols de contra-ataque. Não podia mais esperar isso. Tinha que marcar bem agora para sair rápido e fazer os gols. Foi o que aconteceu contra o Sport.

Função diferente na seleção peruana

Na seleção do Peru tenho movimentação livre. Aqui mais como centroavante, porque tem dois jogadores nas pontas. Na seleção recebo o apoio de meias e posso atuar como um meia de chegada e como um centroavante de chegada.

Atuação de Guerrero no 4-4-2 (com Alan Patrick) e no 4-3-3

Quando jogo com Cirino, eu sei que gosta de bola enfiada porque é rápido. Ele sempre procura tabela e puxa a marcação, me dá mais espaço. É relativo. Com Alan Patrick, eu sei que ele procura o fundo e me procura. Por isso não saio da área. Quando não está Alan, eu saio mais da área para dar mais opção aos meus companheiros.

Rivais na retranca

Sistemas táticos no Brasil estão mais conservadores, os gols são mais de contra-ataque. Ultimamente o sistema tático mudou aqui. Contra o Flamengo os adversários jogam com 11 atrás, e temos menos espaço para jogar. Às vezes a torcida se impacienta, mas o time não pode entrar toda a hora no ataque.

Medo de empates repentinos dos rivais

Sei que quando chegar a oportunidade eu vou fazer o gol. Estou trabalhando para o time. Meu medo e dos meus companheiros era fazer gol e rapidamente levar um. Aconteceu com Fluminense, Vasco em Brasília e Fortaleza. Sábado fizemos o gol e nos dedicamos a marcar. Tinha que fazer tudo para vencer. Não poderia empatar e nem perder.

1219 visitas - Fonte: Globoesporte


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