Bandeira sonha "alargar" liderança da marca Fla e reviver torcida mista com Flu

27/9/2017 17:45

Bandeira sonha "alargar" liderança da marca Fla e reviver torcida mista com Flu

Presidente diz que tendência é clube aumentar diferença para rivais no valor da grife e vai propor a dirigentes tricolores misturar torcedores nas partes centrais do Maracanã nos jogos da Sul-Americana

Bandeira sonha alargar liderança da marca Fla e reviver torcida mista com Flu
Antes da decisão da Copa do Brasil contra o Cruzeiro, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, já estava pensando no futuro, independentemente de a equipe rubro-negra sair do Mineirão campeã ou não. O dirigente não só comemorou o estudo da Consultoria BDO que coloca o clube como detentor da marca mais valiosa do futebol brasileiro em 2017, avaliada em R$ 1,6938 bilhão, seguida da marca do Corinthians, com 1,5935 bilhão, e a do Palmeiras, com 1,1239 bilhão, como também afirmou que a diretoria almeja aumentar mais ainda essa diferença.

Além disso, o presidente rubro-negro, mirando o confronto com o Fluminense pelas quartas de final da Copa Sul-Americana, disse que pretende se reunir com os dirigentes tricolores para confirmar as duas partidas (marcadas para 25 de outubro e 1º de novembro), bem como a do returno pelo Campeonato Brasileiro, no Maracanã. Detalhe: mesmo tendo a vantagem do mando de campo no jogo de volta pela Sul-Americana, Bandeira quer igualdade de torcidas no estádio. Inclusive, quer devolter na parte central a mistura entre rubro-negros e tricolores.

- Primeiro lugar, temos que conversar com o Fluminense. Nós temos uma relação muito boa com o Fluminense, e vamos resolver isso de comum acordo com eles. Acho que a tendência seria os jogos aconteceram no Maracanã. Eu acho que a tendência seria essa (do Maracanã dividido) até porque é uma tradição carioca que nós temos que reviver, fazer os jogos com acesso livre das duas torcidas. O Fluminense fica no setor sul, o Flamengo no setor norte, com aquelas pessoas que gostam de assistir junto das torcidas organizadas. E o resto do estádio, acesso livre, para que os rubro-negros e tricolores que são amigos, às vezes da mesma família, possam assistir ao jogo juntos, em paz, sem problema, como sempre foi, desde o início do Maracanã, quando eu comecei a ir lá atrás, nos anos 60 - disse Bandeira no "Seleção SporTV" desta quarta, direto do Mineirão.
Bandeira fala sobre ter torcida mista nos próximos clássicos entre Flamengo e Fluminense

O apresentador Marcelo Barreto e o comentarista Roger Flores consideraram exemplar a atitude do dirigente. Barreto ainda perguntou se o fato de o mando do jogo de volta ser do Flamengo e o mais importante num mata-mata poderia alterar os planos do dirigente em dividir igualmente as torcidas no estádio, ainda mais se tratando de uma competição internacional.

- Não vejo problema não, já vi Fla-Flus decidindo Campeonato Carioca com 170 mil pessoas na década de 60, na década de 70, em que acontecia isso. O Flamengo ficava ali à esquerda das cabines, o Fluminense à direita, e no resto ficavam rubro-negros e tricolores convivendo de maneira amistosa, e no final saía todo mundo junto pela rua do Bellini, eu pelo menos saía sempre pela rampa do Bellini... E as torcidas uma de cada lado. E a parte central sempre foi mista. Não vejo problema que volte a ser.
Otimista de que não haverá problemas de viiolência, Bandeira disse que quer o modelo de estádio dividido entre as torcidas repetido em outros clássicos do futebol carioca e até brasileiro.

- Isso tem que ser estendido para os outros clássicos do Rio. Flamengo x Botafogo, Flamengo x Vasco. E para os clássicos de fora do Rio também. Não vejo problema nenhum em a gente fazer um Flamengo x Corinthians, Flamengo x Palmeiras, no Maracanã, com boa parte do estádio misto, dividido entre os rubro-negros e os seus adversários. Não são inimigos, não estão lá para brigar.

Sobre o estudo da empresa de consultoria e auditoria BDO que apontou o Rubro-Negro com a marca mais valiosa do futebol brasileiro, avaliada em R$ 1,6938 bilhão, seguida pela do Corinthians, com 1,5935 bilhão, e a do Palmeiras, com 1,1239 bilhão, Bandeira disse que já esperava por essa consolidação e que, a partir de agora, o clube, com a maior torcida do Brasil, não verá repetido o terceiro lugar que chegou a ocupar em 2010, ficando atrás de São Paulo e Corinthians.

- É muito importante porque há dois, três anos trás, apesar de ter a maior torcida, incontestavelmente, 40 milhões de torcedores, muito acima do vice, no caso, do segundo colocado, a marca do Flamengo não era considerada a maior, a mais valiosa, e de uns tempos para cá a gente foi subindo, e agora esse trabalho da BDO, lá do Pedro Daniel, está consagrando o que todos imaginávamos que um dia ia acontecer. Agora, o que a gente tem que fazer é tornar essa marca cada vez mais valiosa para que um dia, quem sabe, seja a mais valiosa do mundo. Daqui para frente, a gente vai cuidar bem do valor da nossa marca, e o Flamengo vai alargar essa diferença.

1635 visitas - Fonte: SPORTV


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