No último ano da gestão Bandeira de Mello, Fla põe pé no freio no investimento do futebol (Foto: Fred Gomes)
Com investimento acima de R$ 60 milhões em 2017, o Flamengo põe o pé no freio para ir ao mercado em 2018. No orçamento aprovado na última semana, o recado para a gestão do futebol foi a seguinte: é hora de vender e emprestar atletas se quiser usar recursos para contratar. Das receitas de R$ 477 milhões - inferior aos R$ 632 milhões de 2017, impulsionados pela venda de R$ 145 milhões de Vinicius Júnior e R$ 29 milhões de Jorge - apenas R$ 15 milhões estão previstos para contratações - como antecipou o jornal "Extra".
Dos R$ 15 milhões previstos para contratar, hoje há "apenas" R$ 5 milhões para se lançar ao mercado. Isto quer dizer que o orçamento "exige" R$ 10 milhões em vendas para poder lançar a receita para o futebol. Ou seja, o que entrar de dinheiro de negociações de atletas será diretamente levado ao futebol para contratações.
A intenção é negociar atletas que vieram a custo alto e não renderam como se esperava. Além de vendas, o futebol vai buscar mercado para Rômulo, Mancuello, Alex Muralha, entre outros. Caso não consiga venda, a ideia é até emprestar alguns jogadores – tudo para reduzir a folha salarial e abrir espaço para chegadas.
Muralha em ação contra o Santos: jogador tem sondagens do futebol japonês e deve deixar o clube após dois anos na Gávea (Foto: André Durão)
No orçamento, os custos com “despesas pessoal” – que inclui a folha de jogadores e todos funcionários remunerados do Flamengo – vai ter redução de R$ 3 milhões. Saindo dos atuais R$ 183 milhões do ano de 2017 para R$ 180 milhões. A folha do departamento de futebol deve se manter no patamar de R$ 10 milhões mensais.
Maior arrecadação com sócio torcedor
Outros números que foram analisados e aprovados pelo Conselho de Administração na última semana. Para a linha de patrocínios, publicidade e royalties, a previsão é de maior arrecadação, saindo de R$ 97 milhões para R$ 102 milhões – a maior parte dessas receitas com os patrocinadores Caixa, Carabao, além da fornecedora de material esportivo Adidas.
Ponto negativo do orçamento 2017, a bilheteria arrecadou menos R$ 12 milhões do que o previsto no início do ano. Na readequação do orçamento, aprovado no meio do ano, o Rubro-Negro baixou a expectativa de R$ 61 milhões para R$ 49 milhões. Em 2018, a previsão é de repetir os R$ 49 milhões de bilheteria.
Por outro lado, com a marca de 100 mil sócios torcedores em 2017, as receitas com o programa Nação Rubro-Negra terão crescimento, prevê o orçamento do Flamengo para 2018. De R$ 42 milhões neste ano para R$ 47 milhões nos próximos 12 meses.
Dois pontos cruciais para 2018. Primeiramente baixar um pouco o valor dos ingressos, muitas reclamações pelo alto custo, isso diminuiu substancialmente o público previsto para os jogos. O segundo fato preocupante será a possível diminuição de sócios torcedores, simples, o ano catastrófico de 2017 faz com que os sócios se desanimem. São pontos pra serem reavaliados, e até mudados pra 2018.
Ou seja, os 24 milhões que viriam da Sul-americana farão bastante falta!
O time precisa parar de vacilar!
O flamengo tem que mante a base de 2017 jogadores que renderam e dispensa os que não vestiram nossa camisa, e contrata dois laterais direito e esquerdo um bom zagueiro e um atacante de área, não consigo entender como este elenco não consegue joga o que presisa, então vamos torcer para 18 ser ajustado.
os dirigentes tão de parabéns , execelente profissionais !!tiro chapéu pro caras esse ano não foi o esperado mais ,em breve vai vin as glórias , avante mengao !
por mais que nao ganha nada o Mengão ta saindo do buraco. todo mundo quer jogar no Mengão pq paga em dia. um dia Mengão vai ganhar tudo se deus quiser.
VOCÊ QUE ESTÁ CANSADO DE TER POUCA PROGRAMAÇÃO DE TVV ASSSINATURA E NÃO CONCORDA COM OS VALORES COBRADOS
FAÇO LIBERAÇÃO E DIMINUÍMOS O VALOR DA CONTA
PARA TODO BRASIL
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