Eduardo Bandeira de Mello é alvo de dois inquéritos no Conselho do Flamengo
Gilvan de Souza/ Flamengo
O turbulento bastidor de um Flamengo em clima eleitoral terá novo capítulo nesta terça-feira (2). Nomeada pelo Conselho Deliberativo, uma Comissão de Inquérito inicia a investigação do presidente Eduardo Bandeira de Mello por desrespeito ao estatuto do clube no processo que envolve as cores das chapas no pleito rubro-negro. O mandatário será chamado a depor em um dos primeiros atos, e o processo seguirá o curso no poder em questão.
A comissão foi formada pelos seguintes integrantes: Sérgio Aguiar, Adalberto Ribeiro e Ércio Braga. O inquérito se deu por meio do presidente do Conselho Deliberativo, Rodrigo Dunshee, após Bandeira de Mello ter cometido possível descumprimento do estatuto (artigo 129, inciso IV e 37) - o presidente se torna obrigado a respeitar as deliberações dos demais poderes, podendo ser suspenso, eliminado ou perder o mandato.
A questão teve origem a partir do momento em que o mandatário, representando o clube enquanto réu, se manifestou na Justiça contra uma inédita decisão do Conselho de Administração e da Comissão Eleitoral de anulação da cor azul do pleito. O pedido era para que uma ação em andamento fosse favorável ao seu candidato, o vice de futebol Ricardo Lomba, o que acabou decretado na sequência pelo juiz João Marcos de Castello Branco Fantinato, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
Todo o imbróglio se formou por conta de situação e oposição (Rodolfo Landim) protocolarem a inscrição com o pedido de utilização da cor azul para identificação das chapas na eleição. O objetivo ficou claro. Como o grupo original se elegeu em 2012 com a cor em questão, ela naturalmente ficou ligada aos administradores responsáveis pela recuperação econômica do Flamengo.
Aconteceu que o grupo se dissolveu com o passar do tempo, e os dois lados se julgaram donos da "Chapa Azul". Ambos, inclusive, acreditam que um bom número de associados vota pela cor, ligando-a diretamente ao grupo sem nem sequer ter o conhecimento da composição da chapa.
Os integrantes do Conselho Deliberativo acreditavam que Bandeira de Mello deveria se manter isento no processo, fato que não aconteceu e gerou nova Comissão de Inquérito para investigação e possível instauração de processo de impeachment, ainda que restando menos de três meses para o fim do mandato.
Essa é a segunda investigação contra Bandeira iniciada recentemente. Outra está em andamento e trabalha em cima do suposto uso do clube pelo dirigente na campanha para deputado federal. Duas denúncias foram protocoladas. Uma pelo conselheiro Tulio Rodrigues e outra pelo grupo político "Flamengo da Gente".
O componente eleitoral coloca os impasses nos bastidores ainda mais em evidência. Há pressa nas análises. A expectativa é a de que o parecer seja elaborado em até 60 dias. Caso contrário, Bandeira terá os direitos políticos avaliados pelo Conselho de Administração após o encerramento do mandato e poderá até ser banido do quadro associativo do Flamengo.
Por sua vez, o presidente se mostra seguro, já se manifestou algumas vezes e repete nos corredores da Gávea que se posicionou na Justiça apenas para fazer valer o cumprimento do estatuto do Rubro-negro.
Estao querendo voltar para roubar respeite o torcedor nao teve nenhum de voces ihual a Bandeira
E por isso que o futebol no brasil nao vai pra frente.o cara fez um otimo trabalho financeiro, so errou no futebol!!! Paciencia.Ai veem esses cancer da roubalheira querer se aproveitar da situacao.VAO SE FUDER!!!!!!! CRIEM VERGONHA NA CARA !!! FOI VOCES QUE ARRUINARAM O MENGAO, BANDO DE FDP.