?O ?Flamengo demorou, mas nesta sexta-feira definiu o aumento do período de férias do grupo de jogadores, que agora ficaram em isolamento social até o dia 30 de abril. Esta situação, inclusive, ainda causa intrigas entre diretores da linha de frente rubro-negra, na qual alguns enxergam esta indefinição como mais um fator a dificultar a renovação de contrato com o técnico Jorge Jesus.
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O presidente Rodolfo Landim, segundo o site ?Uol Esporte, era a favor de um retorno o mais rápido possível, mais precisamente na próxima terça-feira (21) ,data estipulada em acordo inicial. Até por isso, o clube foi o último entre os cariocas a decretar a extensão do período de descanso fora do curso natural do calendário por conta da pandemia de coronavírus. O dirigente, antes de dar o braço a torcer, chegou a entrar em contato com o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, para entender o panorama atual. A insistência em manter sua posição, inclusive, gerou desgaste também à imagem da instituição.
Em meio a isso tudo, Landim e a diretoria rubro-negra levantaram questão referente a Jorge Jesus, que se encontra em Portugal e tem vínculo somente até a metade de junho. Na visão do presidente, a volta aos trabalhos "forçaria" o retorno do treinador, e a presença na cidade, naturalmente, ajudaria nas negociações (que desaceleraram em função das incertezas que rondam o futebol neste momento) e o deixaria longe de um assédio de clubes europeus.
Em contrapartida, o vice de futebol Marcos Braz vê esta definição, no momento, como secundária. Na visão do comandante do vestiário, a paralisação precisa seguir até que aconteça uma melhora no quadro do país.
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