A próxima temporada do vôlei brasileiro pode ser marcada pela união de forças de dois gigantes: o Sesc, projeto com mais de duas décadas de vida, liderado por Bernardinho, com o recorde títulos na história da Superliga feminina, e o Flamengo, clube de maior torcida do país e também já com título nacional na modalidade.
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A junção é vista como benéfica pelos envolvidos por vários motivos. O Sesc, após cancelar o projeto no vôlei masculino ainda com a Superliga em andamento, também diminuiu o investimento no feminino para a temporada 2020/2021. E todos nós sabemos o quanto a COVID-19 já está impactando a situação financeira de pessoas físicas e jurídicas. O vôlei não é uma ilha e sofre muito, vide o fim de vários projetos de longo prazo, como o do Sesi, revelando nesta quarta-feira pelo Web Vôlei.
Já o Flamengo, um ano após voltar para a elite nacional, passará a brigar por títulos, algo que se espera de um clube tão grande e tradicional (e a torcida cobra bastante também). Na temporada recém-encerrada, o Fla brigou contra o rebaixamento, mas se manteve na elite. Internamente, o Rubro-Negro viveu um processo de restruturação e saneamento financeiro nos últimos anos. Passou a ter poder de investimento no futebol e reencontrou o caminho dos títulos importantes no ano passado, com Libertadores e Brasileirão, principalmente. No esportes olímpicos, manteve uma linha de uma política de austeridade, exigindo projetos auto-suficientes, como já faz há tempos, e com êxito, com o basquete masculino.
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