8/7/2020 18:00

Gabigol lamenta Maracanã sem público: "Saudade da torcida do Mengão"

Gabigol lamenta Maracanã sem público: Saudade da torcida do Mengão

Na véspera da decisão da Taça Rio contra o Fluminense (e que pode valer o título do Carioca ao Flamengo), Gabigol foi uma das atrações do “Conversa com o Bial” exibido no início da madrugada desta quarta-feira na Globo. O atacante do time da Gávea bateu um papo via vídeo com o apresentador e também com o ator e cantor Babu Santana, seu mais novo “amigo de infância”, como brincou Pedro Bial. Além de assuntos envolvendo questões sociais e música, não poderia faltar o futebol, e o goleador deixou claro que não vê a hora de reencontrar o Maracanã recheado pela massa rubro-negra, o que ainda não tem data certa para acontecer.



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Perguntado por Bial sobre o que está sendo mais difícil para ele neste período de dificuldades e limitações impostas pela pandemia de coronavírus (jogar sem a presença de público ou não poder comemorar os gols com os companheiros), Gabigol não escondeu o que realmente o incomoda e do que mais sente falta.

- As duas coisas são muito difíceis. Temos que enfrentar, ficar em casa, mas o futebol sem torcida não é futebol. Tem que inventar outro nome para ele. Entrar no gramado e ver a torcida. Nesse último jogo que joguei (vitória por 2 a 0 sobre o Volta Redonda, com o Maracanã sem torcedores), foi muito estranho, porque a gente não sabia como comemorar. Estou com muita saudade (jogar com o estádio cheio), ainda mais com a torcida do Mengão.

Assim como o amigo Babu, que ganhou o carinho das crianças durante sua participação na última edição do BBB, o camisa 9 do Fla é muito querido por meninos e meninas em todo o Brasil (e até do exterior) e falou do projeto que lançou, a criação do “Gabigolzinho”, um personagem voltado para temas que transcendem as quatro linhas.

- Saiu o Gabigolzinho, e vou ter de cuidar bem dele. É um personagem infantil para causas sociais. Sairão produtos licenciados, com arrecadação para causas sociais. Uma séria de ações. Um personagem falando sobre temas importantes, como inclusão – ressaltou.

Tendo ao fundo imagens de gols marcados por ele no início da trajetória ainda no futsal e depois na base de futebol de campo do Santos, Gabriel lembrou as dificuldades enfrentadas com a família durante sua infância na comunidade onde vivia no Grande ABC e depois citou a posterior mudança para a Baixada Santista.

- Era difícil. Às vezes tinha muito tiro. A polícia chegava. Meus pais escondiam de mim o que estava acontecendo. Era difícil no São Paulo, porque tinha de pegar três ônibus. Ou eram as passagens ou comida em casa. Quando passei no teste para o Santos, pude me mudar com meus pais - destacou o artilheiro, que deu seus primeiros passos com a bola no futsal do Tricolor.



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