Tradicional estádio do Rio de Janeiro, o Antônio Mourão Vieira Filho, localizado na Rua Bariri, esteve perto de sair das mãos do Olaria, clube do bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro. Nesta terça-feira, às 11h, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), no Centro do Rio, houve um leilão. O complexo esportivo foi avaliado em R$ 100 milhões, mas nenhum interessado apareceu, o que fez com que a venda não fosse concretizada.
O caso chegou a esse estágio por conta de uma dívida trabalhista de R$ 71.933,80 com o jogador Valter Alves Mendes Júnior, que foi à Justiça cobrar seus direitos. Em caso de não haver licitante (interessado na compra), o edital indica uma nova data, que seria na próxima terça-feira. No entanto, o presidente do clube, Augusto Pinto Monteiro, garantiu que o caso está resolvido, e a sede do Olaria continuará em posse do clube.
- Realmente tinha uma antiga causa trabalhista (de 2006), que não tem nada a ver com o nosso patrimônio. Entramos com um embargo, e agora está tudo certo. Não apareceu ninguém no leilão - contou o dirigente.
Questionado como o Olaria fará para resolver o problema e resolver as pendências jurídicas, Augusto Pinto Monteiro foi breve.
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