Uma exigência do Flamengo transformada em uma das cláusulas do contrato com o Maracanã faz com que o assinatura seja adiada por falta de acordo entre as partes. E o imbróglio diz respeito justamente à administração do estádio de pequeno porte, que foi uma exigência do clube para assinar com o Maracanã S.A.
No documento, o clube determina que a gestão da arena, que deve ser construída preferencialmente na Gávea, seja do Rubro-Negro. O consórcio, por sua vez, na condição de responsável pela construção do empreendimento, não concorda e reivindica o gerenciamento.
Além desta pendência relativa ao estádio, a possibilidade de empréstimo ao Rubro-Negro prevista no acordo gera resistência por parte do Maracanã S.A.
O presidente do consórcio, João Borda, não é favorável ao adiantamento de R$ 27 milhões pedidos pelo clube para fechar o ano.
Ciente disto, o Fla já recorreu a outro fundo para assegurar a verba que permitirá que o ano financeiro seja fechado sem problemas. A ideia é a de antecipar uma verba junto a Polo Capital – fundo de investimento que criou ano passado braço para o futebol, o Polo Clubes – e dar como garantia parte do contrato de 2014 com a TV Globo.
O Conselho de Administração, inclusive, foi convocado para uma reunião na próxima segunda-feira, na Gávea, para aprovar a antecipação de crédito por meio deste fundo.
No dia 1º de outubro, o contrato entre Flamengo e Maracanã foi apreciado pelo Conselho Deliberativo, que condicionou a assinatura do acordo mediante à construção de um estádio por parte do consórcio.
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