O jogo no Maracanã não chovia nem molhava embora, no Rio, chovesse e molhasse.
Flamengo e Corinthians jogavam em câmara lenta até que, aos 19, Paulinho soltou um foguete de fora da área , o goleiro Walter ainda tocou na bola, mas ela, molhada, pesada e violenta, decretou o 1 a 0 rubro-negro.
Não era justo nem injusto. Era o que era.
Porque o Corinthians tinha mais a bola, mas não conseguia penetrar na defesa carioca até o 28o. minuto de jogo, quando uma boa trama resultou em chute de Romarinho na rede pelo lado de fora.
Aos 33, Carlos Eduardo arrancou e soltou outra bomba que foi resvalar na junção da trave com o travessão. Ou seja, o Mengo via o Timão jogar e era mais eficaz quando pegava a bola.
Para o segundo tempo o Flamengo voltou mandando no jogo do povo, mas abusando de ficar em situaç?es de impedimento.
O Flamengo de Jaime de Almeida não tem nada a ver com o que Mano Menezes abandonou e o Corinthians de 2013 com Tite também não com o de 2012, parece sofrer de dengue e deixou o técnico na mão.
Pato entrou no lugar de Romarinho aos 15.
E, aos 24, Walter evitou o segundo gol rubro-negro, diante de mais de 29 mil torcedores, 23 mil pagantes.
Aos 45, Felipe fez milagre em chute de Emerson à queima-roupa.
O Mengo livrou-se da ZR e está a um 0 a 0 do tri da Copa do Brasil.
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