O papo nos bastidores do Circo Brasileiro de Futebol corre mais solto que farofa após um espirro.
Se a Lusa também perder os pontos no pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, o caldo pode engrossar mais que sopa de mocotó com maizena e mandioca.
Não são poucos os torcedores, até de outros clubes, exceção do Fluminense, que estão dispostos a recorrer à Justiça comum. O movimento ‘Vamos à luta' já coleciona 600 adeptos.
O carismático Zé da Medalha e o primeiro-ministro Del Nero não escondem a preocupação. Pensam até em pedir à diretoria da Lusa para brecar a ideia se o clube sofrer mais um nocaute no STJD.
Outros cartolas acreditam que o imbróglio terminará mesmo com uma bela virada de mesa. Um Brasileirão desmoralizado, com 24 clubes.
Ninguém iria para o inferno e quatro subiriam. As equipes seriam divididas em dois grupos de 12. Os quatro primeiros se classificariam ao mata-mata. Um esquema que cairia como luva para a TV, ávida por melhorar o ibope.
Em 2000, o Gama procurou a Justiça comum para evitar a degola, determinada pelo STJD, que livrou o Botafogo. Ganhou a parada depois de um imbróglio de sete meses. Criou-se a Copa João Havelange, com 25 equipes. Pobre futebol!
Bola de ouro. Flamengo. Cliente nota 10 mil do 'new Maraca'. Graças ao voo preferencial do Urubu, os administradores do estádio faturaram R$ 9,1 milhões, ou 60% do total arrecadado desde agosto.
Postado por
Angélica
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2348 visitas - Fonte: ESPN/Malia
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