Em um almoço no Canindé no último domingo, antes da partida contra o Corinthians, o presidente da Portuguesa, Ilídio Lico, se irritou ao saber que documentos envolvendo um pedido de adiantamento de cotas para o clube feito pela CBF já tinham vazado para a imprensa.
O dirigente queria que a história só fosse publicada nesta segunda-feira para não ficar em uma "saia justa" no encontro de cartolas na eleição para presidente da Federação Paulista de Futebol, realizada nesta segunda-feira.
Conselheiros lamentaram a publicação ter sido feita antes do planejado pela cúpula do clube, mas tentaram consolar Lico dizendo que estavam protegidos por um documento.
Mesmo tendo procurado a CBF para pedir um adiantamento de R$ 4 milhões, a Lusa acusa a confederação de usar a assinatura do documento para obrigar o clube a abrir mão de disputar a Série A do Brasileirão.
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