Antes da partida desta quarta-feira diante do Volta Redonda, o presidente Eduardo Bandeira de Mello tomou partido e rebateu as acusações do mandatário do Fluminense, Peter Siemsen, após as declarações de que o Flamengo teria interferência direta na liminar conseguida por um torcedor na Justiça de São Paulo.
Bandeira eximiu o Rubro-Negro de qualquer responsabilidade no caso e, ainda por cima, fez questão de criticar os argumentos adotados pelo advogado do Tricolor no julgamento do STJD no dia 27 de dezembro.
- (Não houve) nenhum tipo de partipação em qualquer tipo de manobra escusa e subalterna como está sendo insinuado, infelizmente, pelo presidente de um clube. Acho que essa questão tem vários contornos. Não sou juiz, não sou advogado, O Pequeno Príncipe não é meu livro de cabeceira. Tudo isso é questão de vergonha na cara e vergonha na cara o Flamengo tem. A torcida do Flamengo jamais admitiria ficar na Primeira Divisão, ficar em um campeonato, se classificar para a Libertadores com qualquer tipo de manobra que prejudicasse um inocente - disse Bandeira de Mello, à ESPN.
Peter colocou sob suspeita a influência do Rubro-Negro na concessão da liminar a um sócio do clube na 42ª Vara Cível de São Paulo devolvendo os quatro pontos retirados pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), alegando que o advogado Luiz Paulo Pieruccetti Marques, responsável pela liminar, não se trata apenas de um torcedor.
- Torcedor do Flamengo, não. Um advogado do Flamengo. Torcida do Flamengo é outra coisa. (Ele é) um advogado que trabalha com o departamento jurídico do Flamengo e ligado diretamente - indagou o presidente do Tricolor, à ESPN.
Postado por
Emilly
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937 visitas - Fonte: Lancenet
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