O debate sobre os gramados sintéticos segue pegando fogo no futebol brasileiro, e agora quem entrou na conversa foi o meia Jorginho, do Flamengo. ?? O jogador, com vasta experiência na Europa — incluindo passagens por Chelsea, Arsenal e Hellas Verona —, trouxe uma visão técnica e direta sobre as diferenças entre atuar em campo natural e sintético.
Em entrevista ao UOL, o camisa 8 deixou claro que, se o gramado natural estiver em más condições, prefere o sintético. ??? “Acredito que tinha que ser meio que padronizado. Porque tem uma diferença muito grande quando você joga em certos campos e três dias depois vai pra outro completamente diferente”, afirmou o jogador.
Jorginho citou o gramado da Arena Fonte Nova, criticando as condições do campo e dizendo que, em certos estádios, o futebol fica quase impraticável. “Com todo respeito ao Bahia, mas o campo lá era impossível de jogar. Estava muito, muito difícil”, desabafou.
Mesmo reconhecendo que o gramado sintético pode aumentar o risco de lesões, o meia destacou que é uma alternativa melhor do que enfrentar campos em péssimo estado. ?? “Obviamente não é o ideal, porque acaba tendo mais lesões. Mas há campos e campos, entendeu?”, completou.
O Flamengo terá um teste em breve: o clássico contra o Botafogo, no gramado sintético do Nilton Santos, válido pelo Brasileirão. ?? Depois disso, o Rubro-Negro encara o Palmeiras e o Racing pela Libertadores, onde cada detalhe — inclusive o tipo de gramado — pode fazer a diferença na busca pelo título continental.
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