16/6/2026 18:37
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Fora dos planos? Eduardo Coudet indica que não quer Viña no River Plate até dezembro.
Emprestado ao River Plate, Matías Viña vive impasse com Eduardo Coudet na Argentina. O Flamengo monitora os bastidores enquanto avalia o mercado da lateral.
A diretoria do Flamengo continua com o radar ligado para reforçar o lado esquerdo do campo nesta janela de transferências, mas um velho conhecido voltou a movimentar os bastidores do Ninho do Urubu. Trata-se de Matías Viña. O lateral-esquerdo, que atualmente defende a seleção uruguaia na Copa do Mundo, está emprestado ao River Plate até o fim de 2026, mas o cenário em Buenos Aires mudou drasticamente e o atleta já não goza do mesmo prestígio de antes.
O técnico Eduardo Coudet já indicou internamente que o uruguaio não está nos planos para a sequência da temporada. Apesar disso, o Flamengo confirma que ainda não recebeu nenhuma notificação formal sobre uma rescisão antecipada. A engenharia financeira do acordo travado joga a favor dos cariocas: para devolver o atleta agora, os argentinos teriam que arcar com uma multa pesada de quebra de contrato, além de continuarem responsáveis pelos vencimentos integrais do jogador até dezembro.
Convocado para o Mundial, Viña amarga atuações contestadas em solo argentino — foram apenas 14 jogos, sendo 10 como titular. Em entrevista recente, o defensor admite que a transferência para o River foi uma cartada estratégica para recuperar o tempo perdido após a grave lesão que sofreu no Rio de Janeiro, onde perdeu espaço na acirrada concorrência da posição. O plano era ganhar ritmo para carimbar a vaga na seleção, mas o rendimento abaixo da média ligou o sinal de alerta.
Com contrato longo com o Rubro-Negro até 2028, o destino de Viña segue com um ponto de interrogação. O Flamengo não se mexe para um retorno imediato e prioriza o planejamento atual, que tem a renovação de Alex Sandro encaminhada até o fim de 2027 e a permanência de Ayrton Lucas no elenco. Contudo, a instabilidade do uruguaio na Argentina desafia a cúpula de futebol a avaliar se o jogador reaparecerá como oportunidade de mercado ou moeda de troca nos próximos meses.
O técnico Eduardo Coudet já indicou internamente que o uruguaio não está nos planos para a sequência da temporada. Apesar disso, o Flamengo confirma que ainda não recebeu nenhuma notificação formal sobre uma rescisão antecipada. A engenharia financeira do acordo travado joga a favor dos cariocas: para devolver o atleta agora, os argentinos teriam que arcar com uma multa pesada de quebra de contrato, além de continuarem responsáveis pelos vencimentos integrais do jogador até dezembro.
Convocado para o Mundial, Viña amarga atuações contestadas em solo argentino — foram apenas 14 jogos, sendo 10 como titular. Em entrevista recente, o defensor admite que a transferência para o River foi uma cartada estratégica para recuperar o tempo perdido após a grave lesão que sofreu no Rio de Janeiro, onde perdeu espaço na acirrada concorrência da posição. O plano era ganhar ritmo para carimbar a vaga na seleção, mas o rendimento abaixo da média ligou o sinal de alerta.
Com contrato longo com o Rubro-Negro até 2028, o destino de Viña segue com um ponto de interrogação. O Flamengo não se mexe para um retorno imediato e prioriza o planejamento atual, que tem a renovação de Alex Sandro encaminhada até o fim de 2027 e a permanência de Ayrton Lucas no elenco. Contudo, a instabilidade do uruguaio na Argentina desafia a cúpula de futebol a avaliar se o jogador reaparecerá como oportunidade de mercado ou moeda de troca nos próximos meses.
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Enzo
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