1/8/2026 13:26
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Flamengo enfrenta crise interna com Boto e Departamento Médico à véspera da Libertadores
Bastidores do Flamengo pegam fogo com rejeição a José Boto, críticas de Jardim ao departamento médico e cobrança por resultados na Libertadores.
O clima pesado no Ninho do Urubu ganhou contornos de tensão total e coloca o futuro das competições em 2026 totalmente em jogo. O Flamengo confirma que vive um momento de forte instabilidade interna que atinge diretamente a diretoria de futebol comandada por José Boto, o departamento médico e o trabalho do técnico Leonardo Jardim. Às vésperas das oitavas de final da Copa Libertadores, a cobrança por resultados atingiu o nível máximo na Gávea.
A fritura do diretor esportivo José Boto reage ao seu estilo frio de gestão e a polêmicas extracampo, agravadas após a saída do técnico Filipe Luís. O presidente Luiz Eduardo Baptista contesta a falta de evolução no futebol e já admite a dificuldade de sustentar o dirigente no cargo até o fim do contrato, em 2027.
— A necessidade de alinhar os bastidores nos desafia na hora mais crítica da temporada. A diretoria admite o incômodo com prazos do departamento médico, e o presidente nos cobra respostas imediatas. Não há nenhum acordo travado para blindar dirigentes se os resultados em campo não aparecerem — dispara uma fonte ligada à cúpula rubro-negra.
Além da crise política, o técnico Leonardo Jardim contesta publicamente a demora do DM na transição de atletas como Pulgar, Léo Ortiz, Léo Pereira e De Arrascaeta. Em campo, o rendimento defensivo despencou em relação à temporada passada, e a distância de oito pontos para o líder Palmeiras no Brasileirão fez o lateral Varela alertar para a necessidade de "fechar as portas" e reiniciar o trabalho.
Com o calendário paralisado até 9 de agosto, quando enfrenta o Vitória no Maracanã, o Flamengo confirma que usará a pausa para tentar recuperar lesionados como Luiz Araújo e Plata. A comissão técnica cobra intensidade máxima nos treinos, ciente de que apenas uma arrancada imediata evitará uma reformulação profunda nos bastidores.
A fritura do diretor esportivo José Boto reage ao seu estilo frio de gestão e a polêmicas extracampo, agravadas após a saída do técnico Filipe Luís. O presidente Luiz Eduardo Baptista contesta a falta de evolução no futebol e já admite a dificuldade de sustentar o dirigente no cargo até o fim do contrato, em 2027.
— A necessidade de alinhar os bastidores nos desafia na hora mais crítica da temporada. A diretoria admite o incômodo com prazos do departamento médico, e o presidente nos cobra respostas imediatas. Não há nenhum acordo travado para blindar dirigentes se os resultados em campo não aparecerem — dispara uma fonte ligada à cúpula rubro-negra.
Além da crise política, o técnico Leonardo Jardim contesta publicamente a demora do DM na transição de atletas como Pulgar, Léo Ortiz, Léo Pereira e De Arrascaeta. Em campo, o rendimento defensivo despencou em relação à temporada passada, e a distância de oito pontos para o líder Palmeiras no Brasileirão fez o lateral Varela alertar para a necessidade de "fechar as portas" e reiniciar o trabalho.
Com o calendário paralisado até 9 de agosto, quando enfrenta o Vitória no Maracanã, o Flamengo confirma que usará a pausa para tentar recuperar lesionados como Luiz Araújo e Plata. A comissão técnica cobra intensidade máxima nos treinos, ciente de que apenas uma arrancada imediata evitará uma reformulação profunda nos bastidores.
298 visitas - Fonte: Torcida Flamengo
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