8/8/2026 17:18
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José Boto perde força e vive isolamento nos bastidores do Flamengo
José Boto vive isolamento nos bastidores do Flamengo após falhas na janela e vazamentos sobre Bap. O clima no Ninho do Urubu é de ebulição.
O clima de tensão que tomou conta do Ninho do Urubu ultrapassou as quatro linhas e coloca a estabilidade da diretoria rubro-negra totalmente em jogo. O Flamengo confirma que o desgaste interno com o diretor de futebol José Boto atingiu o limite pós-encerramento da primeira janela de inscrições, expondo o ruído na relação do dirigente com o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, e a própria comissão técnica.
A reação negativa da alta cúpula reage ao vazamento de bastidores que colocavam em Bap a responsabilidade pelo travamento da compra do atacante Luiz Henrique. Aliados do presidente contestam a manobra e admitem que a atitude foi interpretada internamente como uma tentativa do diretor de eximir-se da culpa pelo fracasso no mercado europeu.
— A necessidade de manter o alinhamento na gestão nos desafia nos momentos mais difíceis. A diretoria admite que a condução das conversas gerou insatisfação geral, e a exigência por resultados nos cobra pulso firme. Não há nenhum acordo travado para blindar dirigentes; o clima é de cobrança pesada — dispara o ambiente de bastidores do futebol carioca.
O novo impasse revive fantasmas da temporada passada, quando o cancelamento da contratação do irlandês Mikey Johnston e a demissão do ex-técnico Filipe Luís já haviam balançado o cargo do português. Além do desgaste na gestão de pessoas com funcionários do CT, Boto enfrenta a insatisfação do técnico Leonardo Jardim, que cobra reforços e atritos resolvidos com o departamento médico.
Sem conseguir blindar o departamento nem convencer alvos no mercado externo, a permanência do dirigente encontra forte oposição interna. O Flamengo confirma que o ambiente no CT permanece sob forte ebulição enquanto a diretoria avalia o rumo das decisões para o restante do ano.
A reação negativa da alta cúpula reage ao vazamento de bastidores que colocavam em Bap a responsabilidade pelo travamento da compra do atacante Luiz Henrique. Aliados do presidente contestam a manobra e admitem que a atitude foi interpretada internamente como uma tentativa do diretor de eximir-se da culpa pelo fracasso no mercado europeu.
— A necessidade de manter o alinhamento na gestão nos desafia nos momentos mais difíceis. A diretoria admite que a condução das conversas gerou insatisfação geral, e a exigência por resultados nos cobra pulso firme. Não há nenhum acordo travado para blindar dirigentes; o clima é de cobrança pesada — dispara o ambiente de bastidores do futebol carioca.
O novo impasse revive fantasmas da temporada passada, quando o cancelamento da contratação do irlandês Mikey Johnston e a demissão do ex-técnico Filipe Luís já haviam balançado o cargo do português. Além do desgaste na gestão de pessoas com funcionários do CT, Boto enfrenta a insatisfação do técnico Leonardo Jardim, que cobra reforços e atritos resolvidos com o departamento médico.
Sem conseguir blindar o departamento nem convencer alvos no mercado externo, a permanência do dirigente encontra forte oposição interna. O Flamengo confirma que o ambiente no CT permanece sob forte ebulição enquanto a diretoria avalia o rumo das decisões para o restante do ano.
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Enzo
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