25/9/2026 20:57
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Bap contesta proibição de bets e alerta para cortes no Flamengo
Bap estima perda de R$ 400 milhões no Flamengo caso as bets sejam proibidas por Lula e alerta para prejuízo de até R$ 3 bilhões no futebol brasileiro.
A ofensiva do Palácio do Planalto para extinguir o mercado de apostas esportivas no Brasil colocou a diretoria do Flamengo em pé de guerra com Brasília. Em entrevista concedida ao portal Metrópoles nesta sexta-feira (25), o presidente rubro-negro, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, abriu os números do orçamento, contestou duramente o endurecimento anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e estimou um prejuízo de R$ 400 milhões nas receitas da Gávea já a partir do próximo exercício financeiro.
Para o mandatário carioca, a trava imediata nos patrocínios e parcerias comerciais causará um choque sem precedentes na gestão do clube, forçando cortes profundos em áreas que vão além dos gramados.
— Olha, os ajustes serão inevitáveis, não só nos esportes olímpicos, mas em todas as operações do clube. Para que vocês tenham uma ideia, o melhor resultado que o Flamengo jamais obteve num ano foi de R$ 380 milhões de resultado operacional. Então, você perder R$ 400 milhões na receita no início do ano torna os ajustes absolutamente inevitáveis. Então o efeito vai ser material e muito relevante, seja no futebol, seja na base, seja no esporte olímpico, seja no futebol feminino, em todas as áreas do clube — alertou o dirigente, ressaltando que o impacto atinge diretamente qualquer agremiação sócio-desportiva do país.
Ao projetar o rombo para todo o ecossistema esportivo nacional, Bap subiu o tom e calculou um cenário de colapso coletivo:
— Eu estimo que o futebol pode perder entre R$ 2,5 e R$ 3 bilhões no ano que vem. E isso num período tão curto. O impacto nos próximos dois anos vai ser absolutamente material para o Flamengo e para o futebol brasileiro — disparou.
Alinhado ao posicionamento do presidente, o Flamengo divulgou uma nota oficial em conjunto com a Betano, patrocinadora máster da equipe, e outros grandes operadores do setor. No manifesto, o clube cobra a manutenção da segurança jurídica e rebate a tese de que desmontar o arcabouço fiscalizador resolverá os problemas sociais do país.
— Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la — pontuou o texto rubro-negro.
Além de apontar a perda imediata de arrecadação tributária para os cofres públicos, a cúpula da Gávea advertiu que o encerramento abrupto das atividades das bets atinge em cheio uma extensa cadeia produtiva, ameaçando milhares de postos de trabalho em empresas de tecnologia, agências de marketing, fornecedores de arenas e veículos de comunicação que dependem desses aportes para operar no futebol nacional.
Para o mandatário carioca, a trava imediata nos patrocínios e parcerias comerciais causará um choque sem precedentes na gestão do clube, forçando cortes profundos em áreas que vão além dos gramados.
— Olha, os ajustes serão inevitáveis, não só nos esportes olímpicos, mas em todas as operações do clube. Para que vocês tenham uma ideia, o melhor resultado que o Flamengo jamais obteve num ano foi de R$ 380 milhões de resultado operacional. Então, você perder R$ 400 milhões na receita no início do ano torna os ajustes absolutamente inevitáveis. Então o efeito vai ser material e muito relevante, seja no futebol, seja na base, seja no esporte olímpico, seja no futebol feminino, em todas as áreas do clube — alertou o dirigente, ressaltando que o impacto atinge diretamente qualquer agremiação sócio-desportiva do país.
Ao projetar o rombo para todo o ecossistema esportivo nacional, Bap subiu o tom e calculou um cenário de colapso coletivo:
— Eu estimo que o futebol pode perder entre R$ 2,5 e R$ 3 bilhões no ano que vem. E isso num período tão curto. O impacto nos próximos dois anos vai ser absolutamente material para o Flamengo e para o futebol brasileiro — disparou.
Alinhado ao posicionamento do presidente, o Flamengo divulgou uma nota oficial em conjunto com a Betano, patrocinadora máster da equipe, e outros grandes operadores do setor. No manifesto, o clube cobra a manutenção da segurança jurídica e rebate a tese de que desmontar o arcabouço fiscalizador resolverá os problemas sociais do país.
— Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório. Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la — pontuou o texto rubro-negro.
Além de apontar a perda imediata de arrecadação tributária para os cofres públicos, a cúpula da Gávea advertiu que o encerramento abrupto das atividades das bets atinge em cheio uma extensa cadeia produtiva, ameaçando milhares de postos de trabalho em empresas de tecnologia, agências de marketing, fornecedores de arenas e veículos de comunicação que dependem desses aportes para operar no futebol nacional.
Postado por
Enzo
-
30 visitas - Fonte: Torcida Flamengo
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