26/9/2026 13:39
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Torcida do Flamengo reage com revolta após José Boto citar Prestianni como possivel contratação
José Boto, diretor do Flamengo, cita Gianluca Prestianni no mercado europeu e revolta torcida por histórico de racismo do atleta contra Vinícius Júnior.
A passagem de José Boto pelo Portugal Football Summit abriu uma crise desnecessária e instantânea nos bastidores da Gávea. Durante o evento realizado em solo europeu, o diretor de futebol do Flamengo citou abertamente o atacante argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, como um atleta com perfil adequado para o elenco rubro-negro. A menção ao jovem, contudo, caiu como uma bomba entre os torcedores, já que o jogador carrega no currículo recente uma punição aplicada pela UEFA justamente por ofensas racistas disparadas contra Vinícius Júnior — ídolo absoluto formado no Ninho do Urubu.
A declaração gerou forte revolta nas redes sociais minutos após a repercussão da fala. Torcedores cobraram coerência da diretoria e contestaram a postura do dirigente ao colocar no radar uma figura associada a um episódio direto de injúria racial contra um dos maiores patrimônios da história recente do clube. Para a torcida, normalizar o nome de Prestianni em qualquer debate esportivo fere a identidade e a postura institucional que o Flamengo sempre declarou adotar no combate ao racismo.
No painel, Boto abordava as barreiras cotidianas enfrentadas pelos clubes brasileiros para garimpar atletas na Liga Portuguesa. O cartola argumentou que, embora Flamengo e Palmeiras pratiquem uma folha salarial pesada e paguem vencimentos em patamares de grandes centros internacionais, ainda há uma resistência cultural significativa de atletas atuando em Portugal em cruzar o Atlântico rumo à América do Sul. Para ele, no entanto, o estilo de jogo praticado por lá casaria perfeitamente com as demandas competitivas do futebol nacional.
Além do argentino, o executivo citou outros nomes que considera prontos para performar no futebol sul-americano, como o meio-campista Froholdt e o atacante Maxi Araújo. Boto fez questão de exaltar o Campeonato Brasileiro como uma competição singular, intensa e atrativa esportivamente, ressaltando o poder de fogo financeiro que permite às maiores potências do país competir com ligas intermediárias da Europa.
O episódio acende um alerta vermelho sobre a comunicação e a sensibilidade de mercado da cúpula flamenguista. Com o ambiente externo sob forte vigilância e a torcida atenta a cada passo do planejamento para a próxima janela de transferências, a diretoria precisará medir palavras e movimentos, entendendo que a reputação institucional e o respeito à sua própria história têm peso inegociável em qualquer mesa de negociação.
A declaração gerou forte revolta nas redes sociais minutos após a repercussão da fala. Torcedores cobraram coerência da diretoria e contestaram a postura do dirigente ao colocar no radar uma figura associada a um episódio direto de injúria racial contra um dos maiores patrimônios da história recente do clube. Para a torcida, normalizar o nome de Prestianni em qualquer debate esportivo fere a identidade e a postura institucional que o Flamengo sempre declarou adotar no combate ao racismo.
No painel, Boto abordava as barreiras cotidianas enfrentadas pelos clubes brasileiros para garimpar atletas na Liga Portuguesa. O cartola argumentou que, embora Flamengo e Palmeiras pratiquem uma folha salarial pesada e paguem vencimentos em patamares de grandes centros internacionais, ainda há uma resistência cultural significativa de atletas atuando em Portugal em cruzar o Atlântico rumo à América do Sul. Para ele, no entanto, o estilo de jogo praticado por lá casaria perfeitamente com as demandas competitivas do futebol nacional.
Além do argentino, o executivo citou outros nomes que considera prontos para performar no futebol sul-americano, como o meio-campista Froholdt e o atacante Maxi Araújo. Boto fez questão de exaltar o Campeonato Brasileiro como uma competição singular, intensa e atrativa esportivamente, ressaltando o poder de fogo financeiro que permite às maiores potências do país competir com ligas intermediárias da Europa.
O episódio acende um alerta vermelho sobre a comunicação e a sensibilidade de mercado da cúpula flamenguista. Com o ambiente externo sob forte vigilância e a torcida atenta a cada passo do planejamento para a próxima janela de transferências, a diretoria precisará medir palavras e movimentos, entendendo que a reputação institucional e o respeito à sua própria história têm peso inegociável em qualquer mesa de negociação.
Postado por
Enzo
-
44 visitas - Fonte: Torcida Flamengo
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