Depois do jogo contra o Chile, Felipão disse que deixaria o jeito manso e voltaria a ser o Felipão combativo de outras épocas, especialmente na época do título de 2002. Na última coletiva antes das quartas de final contra a Colômbia, foi possível ter uma pequena amostra dessa "nova (ou antiga) versão". Na bancada ao lado de Thiago Silva, ele interrompeu a segunda pergunta destinada ao zagueiro sobre a questão emocional e saiu em sua defesa.
Momentos mais tarde, questionado se o Brasil mantinha a condição de favorito levantada pelo coordenador técnico Carlos Alberto Parreira antes da Copa, foi enfático:
- Continua (com a mão na taça). Os jogadores continuam com o mesmo discurso. O Parreira foi muito feliz naquelas declarações e segue tudo igual. Estamos no quinto passo. São sete. Conversei com o Paulinho, e ele me garantiu que não tem problema nenhum com pressão. Eles estão acostumados.
Pouco depois, o treinador rebateu algumas informações divulgadas ao fim de um encontro com jornalistas na Granja Comary na última semana. Na ocasião, foi revelado o desejo do treinador de trocar um dos 23 convocados. Felipão tentou contextualizar:
- Não disse que se pudesse, trocaria um dos 23 convocados. O que eu disse é que, neste momento, se eu pudesse acrescentar um jogador com características para mudar o time, eu faria. Se você perguntar, todos os técnicos da Copa gostariam de fazer essa mudança. Mas porque seria o quinto jogo. Se fosse no primeiro jogo não haveria esse desejo de mudança. E claro que para acrescentar uma peça eu teria que tirar outra.
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