Nada mais fácil do que chorar os cortes nos esportes olímpicos do Flamengo.
Até a ex-presidenta, excluída pelo voto tanto da vereança quanto da presidência, apareceu ditando regras.
É triste sim a Gávea ter de abdicar dos Cielos e Hypolitos, mas o termo é este: ter de, porque só a irresponsabilidade da gestão anterior os manteve, muitas vezes sem pagá-los.
E tanto o COB quanto as respectivas confederações, de ginástica, natação etc, jamais se coçaram para ajudar, apesar dos fartos recursos que recebem das estatais.
Sim, é triste ver o “Brasil pré-olímpico” nesta situação indigente, mas, tenha certeza, o novo secretário de Esportes do Rio, o ambientalista André Lazaroni, que prometeu formar atletas já para 2016, assim que se entender com a Lei Maria da Penha, encontrará uma solução.
Mas não nos esqueçamos que, queiramos ou não, o Flamengo é futebol.
A notícia difícil é sobre o que disse o deputado Romário sobre José Maria Marin ao assumir a presidência da Comissão de Esportes da Câmara Federal.
Há um silêncio ensurdecedor na grande imprensa, com as honrosas exceções de praxe.
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