Del Nero concorda com maior investimento da CBF no futebol (Foto: Bruno de Lima/ LANCE!Press)
Seguindo a tendência dos últimos anos, a CBF fechou mais um exercício com redução de lucro. Segundo o balanço apresentado pela entidade aos dirigentes na Assembleia Geral desta quinta-feira, a entidade fechou o ano de 2014 com um superávit de R$ 51 milhões. Ou seja, uma queda de R$ 5 milhões (10%) em relação ao lucro do ano anterior.
No entanto, isso não quer dizer que a CBF tenha arrecadado menos no último ano da gestão José Maria Marin. Pelo contrário. O volume de receitas alcançou a marca de R$ 519 milhões em 2014, contra R$ 436 no ano anterior.
O crescimento da arrecadação se deu principalmente por causa do aumento na verba de patrocínios (R$ 559 milhões, um saldo de 81,3 milhões a mais em relação a 2013), só que o crescimento das receitas foi inferior ao aumento das despesas. Em 2014, os gastos da CBF foram R$ 367,1 milhões, enquanto em 2013 esse valor foi R$ 269,7 milhões (R$ 97,4 milhões de gastos a mais). O quesito com maior "responsabilidade, foi as despesas administrativas, além de serviços de terceiros.
- A CBF arrecadou mais, mas gastou muito mais. Tem que gastar mais, fomentar o futebol. Isso já foi dito à exaustão. Estamos fazendo tudo certinho. Essa casa é dos clubes, do futebol, não é do Marco Polo - disse o novo presidente da CBF, Marco Polo Del Nero.
O lucro da CBF tem fechado em queda desde 2011. Naquele ano foram R$ 73 milhões. Em 2012, 55,5 milhões. Em 2013, a queda foi de 0,06%.
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