Restavam ainda três minutos para o fim do primeiro tempo quando o técnico Jorginho, do Flamengo, tirou de campo o jovem Nixon para lançar Hernane. Criticado por parte da torcida, durante a coletiva foi questionado sobre a mudança, uma vez que em poucos minutos o time iria para o vestiário.
"É simples querer colocar a culpa de uma derrota em cima de uma substituição. O Nixon é um 'moleque maneiro', mas você tem que ter leitura do jogo. Por pouco não fizemos um gol com o Hernane, ainda no primeiro tempo. O grande problema não foi a substituição, mas o gol que levamos com menos de três minutos de jogo", explicou o treinador.
Sobre a manifestação de alguns torcedores, Jorginho argumentou que não houve nada de anormal. "É assim mesmo, pois o torcedor é um apaixonado que vai me xingar quando o time perder e aplaudir quando ganhar. A entrada do Hernane foi para ter um pouco mais de força ali na frente", argumentou.
Apesar de reconhecer a situação complicada na Taça Rio, Jorginho lembra que há muito a fazer pela frente.
"Não vou desistir, de forma alguma. Minha vida foi sempre em cima de superação. Temos que seguir o caminho, pois sem muito bem como se dá a volta por cima", finalizou.
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