A temporada de Marcelo Cirino tem sido de altos e baixos no Flamengo. Bem mais baixos, a bem da verdade. Contratado junto ao Atlético-PR com o auxílio da Doyen Sports por uma quantia razoável de dinheiro, o atleta iniciou bem sua empreitada com a camisa do rubro-negro carioca, mas despencou vertiginosamente. O ponto mais baixo no ano aconteceu há uma semana, quando, junto de outros quatro colegas, foi afastado do elenco por problemas disciplinares. A situação desconfortável no clube gerou interesse de outras equipes.
Mas agora Cirino (e também os outros) está reintegrado ao grupo e o Flamengo ainda não decidiu sobre a permanência ou não do atleta para a próxima temporada. Dentre os interessados em contar com o seu futebol, apareceu o São Paulo e uma troca pode vir a acontecer, envolvendo também o meia Maicon, hoje emprestado ao Grêmio e peça importante do time de Roger Machado.
O vínculo de Cirino com o Fla é no mínimo inusitado. O atacante pertence ao Atlético-PR, com o qual tem contrato até o fim de 2019, e tem acordo de empréstimo válido até o fim de 2017 com o Flamengo. Seus direitos econômicos estão divididos entre o Atlético-PR (50%) e o grupo Doyen (50%), que o levou ao Flamengo.
Além do São Paulo, Inter, Santos e Cruzeiro também demonstraram interesse em ter o atleta, que promete protagonizar uma das principais novelas na próxima janela de transferências.
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