Atacante Guerrero foi um dos mais assediados pelos torcedores no desembarque (Foto: Lucas Magalhães)
Desta vez não teve gritaria, hino ou batucada. O time do Flamengo desembarcou na tarde desta sexta-feira em Brasília e apenas um grupo de 30 torcedores recebeu a delegação do Rubro-Negro, que enfrenta a Ponte Preta, neste domingo, às 18h, no estádio Mané Garrincha. O cenário foi bem diferente do visto em setembro, quando a equipe enfrentou o Coritiba, também na arena candanga. Na ocasião, cerca de 200 torcedores marcaram presença no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek e entoaram gritos de apoio ao clube.
O número deixou a equipe de segurança bem mais tranquila, já que os tradicionais corre-corre ou empurra-empurra na busca de qualquer lembrança dos ídolos praticamente não ocorreram. Um dos primeiros a deixar o saguão de desembarque foi o auxiliar-técnico Jayme de Almeida. Ele posou para fotos e deu autógrafos para alguns torcedores.
Oswaldo de Oliveira também não teve problemas no trajeto do saguão ao ônibus que levou a equipe para o hotel. O técnico, entretanto, preferiu não dar entrevistas.
Os mais celebrados foram o atacante Guerrero e Emerson Sheik, que deram trabalho para os seguranças. Grande parte dos torcedores presentes queriam de qualquer forma uma foto ou recordação dos jogadores. O peruano, por exemplo, atendeu o pedido de duas pessoas que pediam autógrafos em camisas da seleção do Peru.
Para o atacante Kayke, que começou a carreira na base jogando em Brasília, o fato de poder retornar à capital é algo para se comemorar.
- É sempre bom voltar e jogar em Brasília - disse, apressado, quando se dirigia a passos largos para o ônibus.
Para enviar comentários, você precisa estar cadastrado
e logado no nosso site. Para se cadastrar, clique Aqui. Para fazer login, clique Aqui ou Conecte com Facebook.
Comentários do Facebook -