Alexandre Kalil confirma intenção de cota maior para o Flamengo (Foto: GloboEsporte.com)
Reunião realizada nesta quinta-feira, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, escancarou pontos de divergência entre dirigentes dos clubes que participarão da Primeira Liga. Um ponto central está nas cotas de televisionamento. O comando do grupo aceita que o Flamengo, por ter mais apelo popular, receba valores maiores - informação confirmada por Alexandre Kali, diretor executivo da Liga. Mas nem todos os clubes estão de acordo. É o caso do Fluminense.
- O Fluminense vai lutar para ter uma divisão de cotas igual - disse o presidente do clube tricolor, Peter Siemsen.
O Flamengo esteve representado no almoço por seu mandatário, Eduardo Bandeira de Mello, mas ele não ficou para a reunião - por isso, não quis falar com a imprensa ao deixar o local. No encontro, também ficou encaminhado que Mário Celso Petraglia, presidente do Atlético-PR, terá papel muito ativo na diretoria, funcionando como uma espécie de braço direito para Gilvan de Pinho Tavares, mandatário do Cruzeiro, no comando do grupo. O Fluminense mais uma vez não se mostrou totalmente convencido da ideia.
- Ainda vamos avaliar essas decisões para depois nos manifestarmos - disse Siemsen.
Regulamento e tabela deveriam ser divulgados até esta sexta-feira, visto que a previsão de início do torneio é 27 de janeiro, e o estatuto do torcedor exige que as informações sejam públicas no máximo dois meses antes do começo. Foi divulgado um site em que consta o regulamento e a divisão de grupos, mas sem citar quais os clubes.
A reunião teve mais debates do que conclusões. Um encaminhamento é que o clássico Gre-Nal, realizado na primeira fase, só valha pontos para a Liga - antes, havia a ideia de que ele também contasse para a tabela do Campeonato Gaúcho.
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