César vai substituir Paulo Victor no último jogo da temporada de 2015
Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
O Flamengo se despede de um ano que não deixará saudade. Contra o Palmeiras, hoje, às 17h, no Maracanã, o Rubro-Negro cumpre tabela para, nas férias, esquecer o que passou, arrumar a casa e projetar um 2016 mais feliz. Amanhã, os sócios vão escolher entre o atual presidente, Eduardo Bandeira de Mello, Wallim Vasconcellos e Cacau Cotta quem vai administrar o clube nos próximos três anos. Após a eleição, o vencedor do pleito poderá, de fato, tocar o planejamento da próxima temporada.
No Campeonato Brasileiro, o Flamengo chegou a dar esperança à torcida, quando, após a chegada de Oswaldo de Oliveira, ganhou seis jogos seguidos e chegou ao G-4. A última vitória da série foi no dia 13 de setembro, sobre a Chapecoense. Desde então, nestes menos de três meses, o time acumula oito derrotas, dois empates e duas vitórias, em 12 rodadas.
O técnico caiu, Guerrero foi colocado em xeque, cinco jogadores — Pará, Alan Patrick, Everton, Marcelo Cirino e Paulinho — foram afastados por indisciplina e depois reintegrados. Jayme de Almeida assumiu o cargo de treinador, interinamente. Após a derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR, disse estar envergonhado e fez duras críticas ao time.
No primeiro semestre, também não houve motivos para sorrir. No Carioca, o time foi eliminado na semifinal pelo Vasco e teve que aturar as provocações do presidente do rival, Eurico Miranda. Em agosto, saiu da Copa do Brasil após uma derrota e um empate com o time de São Januário. Em clássicos, no geral, a vida do torcedor rubro-negro foi dura: seis derrotas, dois empates e três vitórias.
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