Questão recorrente no Flamengo desde que surgiram as novas arenas pelo Brasil, o departamento de futebol e o departamento de marketing do clube voltaram a entrar em choque no que diz respeito ao clube jogar em vários estádios do Brasil. Apesar dos pesares, a prática continua sendo adotada e ao menos traz um montante significativo para os seus cofres.
É bem verdade que o Fla tem torcida em âmbito nacional. Não há fatores que possam refutar essa informação. No entanto, dentro das quatro linhas os resultados não costumam vir a contento quando a prática de vender o mando é adotada pelo clube. Ter o mando de campo nas partidas de menor apelo se transformou em sinônimo de dinheiro nos cofres, sucesso nas ações de marketing e poucos pontos na bagagem da volta para a casa. As ausências do Maracanã e do Engenhão, no entanto, tornaram a alternativa mais viável.
Até o momento, o Rubro-Negro já jogou três vezes longe do Rio – contra Ceará (em Fortaleza), Santa Cruz (Recife) e Atlético-MG (Belo Horizonte) – e ainda vai disputar outras duas partidas – América-MG (Cariacica) e Fluminense (Brasília). Ao ser questionada pelo ?Lance, a diretoria manteve sua ideia de permanecer adotando a prática:
“Com o fechamento do Maracanã e Nilton Santos é inevitável que o Flamengo precise ter um maior deslocamento para mandar as partidas. Vale lembrar que no Campeonato Carioca, por exemplo, o Flamengo terá apenas um mando de campo nas primeiras quatro rodadas”, disseram por meio de assessoria.
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